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LOC.: Os prejuízos aos cofres públicos em função das chuvas intensas do verão de 2026 já somam R$ 447,1 milhões em apenas 30 dias. Um levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM) aponta que 188 cidades brasileiras decretaram situação de emergência devido a tempestades e inundações.
As chuvas intensas típicas da estação começaram em 21 de dezembro de 2025 e atingiram mais de QUATROCENTAS E CINQUENTA E UM MIL E CEM pessoas. Desse total, DUAS MIL E SETECENTAS ficaram desalojadas ou desabrigadas. No entanto, não houve registros de mortes até então, segundo a CNM.
Para a confederação, os municípios devem se precaver para esses fenômenos, considerando que o agravamento das mudanças do clima tem acentuado a ocorrência de tempestades, inundações, enchentes, alagamentos e movimentos de massa.
Os danos ambientais se concentram em municípios da Região Sudeste, com as principais ocorrências registradas em São Paulo, Minas Gerais, na Zona da Mata e na Região Metropolitana de Belo Horizonte, Rio de Janeiro, nas regiões Serrana e Metropolitana, e Espírito Santo, na Região Serrana, Capixaba e a Grande Vitória.
No Norte do país também houve casos significativos, especialmente no Alto Solimões, no Acre, e no sul do Amazonas.
Na avaliação da entidade, os desastres expõem fragilidades estruturais na gestão municipal de riscos. Dados da CNM revelam que apenas 12% das cidades possuem Defesa Civil estruturada em secretaria específica.
A CNM lidera a criação do Consórcio Nacional para Gestão Climática e Prevenção de Desastres (Conclima) com vistas a contribuir com a mudança dessa realidade.
Com informações da Agência CNM de Notícias, Bianca Mingote