Foto: Hélia Scheppa/SEI/Fotos Públicas
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Covid-19: Mortes e ocupação de UTIs têm queda com avanço da vacinação, diz Fiocruz

Apesar da redução nos números, a taxa de mortalidade ainda é considerada muito alta


A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou edição extraordinária do Boletim Observatório Covid-19 em que mostra que o avanço da vacinação contra o vírus já produz impacto na mortalidade causada pela doença e na ocupação de leitos nas unidades de tratamento intensivo (UTI).

Os pesquisadores observaram uma queda na incidência de mortes que, segundo o boletim, pode ser explicada pela vacinação dos grupos de maior risco e exposição, como idosos, portadores de doenças crônicas e profissionais de saúde. 

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No caso das taxas de ocupação de leitos de UTI para adultos no Sistema Único de Saúde  (SUS), observadas no dia 28 de junho, mostram quedas expressivas no Nordeste e nos estados do Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Por outro lado, Tocantins, Paraná e Santa Catarina são os que apresentam situação mais preocupante. 

Apesar da redução no número de óbitos, a Fiocruz ressalta que a mortalidade ainda é considerada muito alta e "não permite afirmar que haja qualquer controle da pandemia no Brasil".

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou edição extraordinária do Boletim Observatório Covid-19 em que mostra que o avanço da vacinação contra o vírus já produz impacto na mortalidade causada pela doença e na ocupação de leitos nas unidades de tratamento intensivo (UTI).

Os pesquisadores observaram uma queda na incidência de mortes que, segundo o boletim, pode ser explicada pela vacinação dos grupos de maior risco e exposição, como idosos, portadores de doenças crônicas e profissionais de saúde. 

No caso das taxas de ocupação de leitos de UTI para adultos no Sistema Único de Saúde  (SUS), observadas no dia 28 de junho, mostram quedas expressivas no Nordeste e nos estados do Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Por outro lado, Tocantins, Paraná e Santa Catarina são os que apresentam situação mais preocupante. 

Apesar da redução no número de óbitos, a Fiocruz ressalta que a mortalidade ainda é considerada muito alta e "não permite afirmar que haja qualquer controle da pandemia no Brasil".

Reportagem, Larissa Lago