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LOC.: O segundo dia da COP 30, em Belém (PA), teve debates sobre bioeconomia. No pavilhão do Banco da Amazônia, na Green Zone, as discussões focaram em construir um modelo de desenvolvimento sustentável voltado a valorizar a floresta e as comunidades amazônicas.
O painel promovido pela instituição mobilizou representantes do governo federal, da iniciativa privada e de instituições financeiras.
A gerente executiva de Negócios Sustentáveis do Banco da Amazônia, Samara Farias, destacou que discutir bioeconomia é essencial para os amazônidas, tendo em vista as dificuldades e as oportunidades regionais.
Na avaliação dela, as soluções para os desafios regionais devem envolver desde produtores locais a representantes da iniciativa privada e internacional.
TEC./SONORA: Samara Farias,gerente executiva de Negócios Sustentáveis do Banco da Amazônia
“É fundamental que a gente faça esse debate, porque há uma necessidade crescente na Amazônia de pensarmos um modelo econômico que alinhe o desenvolvimento social das comunidades com a preservação da floresta, que tem na sua diversidade a maior riqueza."
LOC.: Os esforços do governo federal em prol da valorização da bioeconomia como motor de desenvolvimento sustentável para a região também foram destacados.
Na avaliação do coordenador-geral de Desenvolvimento da Bioeconomia do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, William Saab, o momento marca um avanço histórico nas políticas públicas do setor.
Ele citou como exemplo o anúncio do Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia, do governo federal, bem como a Taxonomia Sustentável Brasileira, o Plano Clima e o programa Ecoinvest – liderado pelo Ministério da Fazenda.
Reportagem, Bianca Mingote