Foto: Divulgação / MDR
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Congresso debate águas subterrâneas com a presença do MDR

Abertura do evento contou com contribuições do secretário nacional de Segurança Hídrica, Sergio Costa, que apresentou iniciativas da pasta


A abertura do XXII Congresso Brasileiro de Águas Subterrâneas, do XXIII Encontro Nacional de Perfuradores de Poços e da FENÁGUA 2022, nesta terça-feira (2), teve como um dos destaques a atuação do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). O evento segue até sexta-feira (5), em São Paulo, e tem como principal tema a “Água Subterrânea – invisível, indivisível, indispensável!” Representante do MDR, o secretário nacional de Segurança Hídrica, Sergio Costa, falou sobre a importância do debate e de ações da pasta para minimizar a escassez hídrica no Brasil, principalmente no semiárido nordestino.

“O Congresso mostra as perspectivas para o setor. O governo brasileiro investe maciçamente na perfuração de poços, principalmente no semiárido. Temos estudos mostrando que 57% dos municípios brasileiros são abastecidos por águas subterrâneas, provando a sua importância para garantirmos a segurança hídrica”, apontou o gestor.

Atuação

O MDR tem investido em iniciativas para garantir o acesso ao abastecimento de água para o consumo humano por meio do aproveitamento sustentável de águas subterrâneas.

Para isso, impulsiona a entrega de poços artesianos, cisternas, sistemas simplificados de abastecimento de água e unidades de dessalinização em comunidades rurais do Nordeste e do semiárido mineiro, já que 70% dos poços da região têm altos índices de salinidade. Além disso, moradores das comunidades rurais são capacitados e ficam responsáveis pela gestão das unidades.

Atualmente, há 910 sistemas de dessalinização em operação nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, atendendo aproximadamente 218 mil pessoas que residem em municípios mais críticos quanto ao acesso à água. Até o fim de 2022, a previsão é de que outros 426 dessalinizadores sejam implantados na região semiárida do Brasil e mais 600 mil brasileiros tenham acesso a água.

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O XXII Congresso Brasileiro de Águas Subterrâneas, XXIII Encontro Nacional de Perfuradores de Poços e a FENÁGUA 2022 promove um espaço para a troca de experiências e debates sobre temas relevantes da área, reunindo profissionais, acadêmicos e sociedade civil.
Neste primeiro dia foram realizadas três mesas redondas — as águas subterrâneas e o saneamento: interesses comuns e uso múltiplo; aquíferos cársticos do Brasil - desafios para uma exploração sustentável; grandes aquíferos brasileiros — e uma palestra sobre as evoluções recentes em estudos hidrogeológicos com traçadores naturais.

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LOC.: A abertura do vigésimo terceiro Congresso Brasileiro de Águas Subterrâneas, do Encontro Nacional de Perfuradores de Poços e da FENÁGUA 2022, nesta terça-feira, 2 de agosto, teve como um dos destaques a atuação do Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR. O evento segue até sexta-feira, 5 de agosto, em São Paulo, e tem como principal tema a “Água Subterrânea – invisível, indivisível, indispensável!”.

O evento promove um espaço para a troca de experiências e debates sobre temas relevantes da área, reunindo profissionais, acadêmicos e sociedade civil.
Representante do MDR, o secretário nacional de Segurança Hídrica, Sergio Costa, falou sobre a importância do debate e de ações da pasta para minimizar a escassez hídrica no Brasil, principalmente no semiárido nordestino.

Costa destacou que 57% dos municípios brasileiros são abastecidos por águas subterrâneas, provando a importância destas águas para melhorar a segurança hídrica em todo o país.

O MDR tem investido em iniciativas para garantir o acesso ao abastecimento de água para o consumo humano, por meio do aproveitamento sustentável de águas subterrâneas.

Para isso, impulsiona a entrega de poços artesianos, cisternas, sistemas simplificados de abastecimento de água e unidades de dessalinização em comunidades rurais do Nordeste e do semiárido mineiro, já que 70% dos poços da região têm altos índices de salinidade.

Para saber mais, acesse mdr.gov.br
Reportagem, Petronilo Oliveira