POLÍTICA: Reforma Trabalhista pode garantir estabilidade de contratações, acredita deputado paulista

O texto da reforma já passou pelo Plenário da Câmara dos Deputados e agora está em análise no Senado Federal.

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LOC.: Desde o início do ano que o estado de São Paulo não mantém uma estabilidade em relação aos números de contratações com carteira assinada e o de demissões. Dependendo do mês, houve mais admissões do que desligamentos, ou vice versa. As informações constam no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, o Caged. Porém, em abril e maio, a quantidade de pessoas que conseguiram emprego foi sempre maior do que a de pessoas que foram mandadas embora.

E é para que esse cenário continue positivo e para que o número de contratações continue aumentando, que o Projeto de Lei 6787/2016, conhecido como reforma Trabalhista, precisa ser aprovado. É o que acredita o deputado Federal pelo PV paulista, Evandro Gussi.

TEC./SONORA:
Evandro Gussi, Deputado Federal (PV-SP)
“Sem dúvidas, estaremos entregando à sociedade brasileira um Projeto de Lei que valorizará o trabalho, reconhecendo que os trabalhadores brasileiros são maduros e conscientes daquilo que querem e podem fazer da sua vida trabalhista. Nós estaremos simplificando a legislação, nós estaremos garantindo segurança das relações trabalhistas e nós estaremos garantindo uma dinamização do processo de trabalho.”

LOC.: Entre os pontos destacados no texto da reforma Trabalhista, está o que prestigia que patrões e empregados negociem, de forma legítima, as rotinas e condições de trabalho, com reconhecimento assegurado.

Medidas como essa, na avaliação do presidente Emérito da Academia Nacional de Direito Do Trabalho, Nelson Mannrich, além de beneficiar as duas partes, não fogem ao que a Constituição estabelece sobre o assunto.

TEC./SONORA:
Nelson Mannrich, presidente Emérito da Academia Nacional de Direito Do Trabalho
“O que vai mudar é no sentido de dizer que o que foi negociado tem que ser cumprido. E isso no sentido de tornar mais flexível a legislação trabalhista. O que muda então, é que nós temos agora uma sinalização de maior segurança. E, muitas vezes, as negociações são desestimuladas porque lá na frente, aquela determinada vantagem concedida aos empregados vai ser discutida no tribunal.”

LOC.: A reforma Trabalhista já passou pelo Plenário da Câmara dos Deputados e agora está em análise no Senado Federal.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

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