Cirurgia Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil
Cirurgia Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

Conass e Conasems recomendam a suspensão de cirurgias eletivas

Instituições levaram em consideração o aumento abrupto do consumo de medicamentos utilizados na intubação orotraqueal (IOT), falta de leitos e permanência prolongada nas UTIs


Considerando o recrudescimento da pandemia da Covid-19 no Brasil, com o aumento exponencial do número de pacientes que requerem cuidados hospitalares, o que acarreta o aumento da necessidade de leitos para internação em enfermarias e Unidades de Terapia Intensiva (UTI), a Conass e Conasems divulgaram nota conjunta recomendando a suspensão de cirurgias eletivas. 

De acordo com as instituições, enquanto não houver a regularidade do abastecimento de medicamentos e a diminuição do número de casos e de internações pela Covid-19. Devem ser mantidas apenas as cirurgias eletivas inadiáveis, das quais a não realização possa causar dano permanente ao paciente, tais como as oncológicas, cardíacas e os transplantes de órgãos.

A nota diz ainda que foi levado em consideração o aumento abrupto do consumo de medicamentos utilizados na intubação orotraqueal (IOT), a falta de leitos, manutenção de ventilação mecânica para suporte ventilatório, prolongada permanência nas UTIs e dificuldades na reposição de estoque de medicamentos na maioria dos Estabelecimentos Assistenciais de Saúde (EAS) do país. 
 

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LOC.: Considerando o recrudescimento da pandemia da Covid-19 no Brasil, com o aumento exponencial do número de pacientes que requerem cuidados hospitalares, o que acarreta o aumento da necessidade de leitos para internação em enfermarias e Unidades de Terapia Intensiva (UTI), a Conass e Conasems divulgaram nota conjunta recomendando a suspensão de cirurgias eletivas. 

De acordo com as instituições, enquanto não houver a regularidade do abastecimento de medicamentos e a diminuição do número de casos e de internações pela Covid-19. Devem ser mantidas apenas as cirurgias eletivas inadiáveis, das quais a não realização possa causar dano permanente ao paciente, tais como as oncológicas, cardíacas e os transplantes de órgãos.

A nota diz ainda que foi levado em consideração o aumento abrupto do consumo de medicamentos utilizados na intubação orotraqueal (IOT), a falta de leitos, manutenção de ventilação mecânica para suporte ventilatório, prolongada permanência nas UTIs e dificuldades na reposição de estoque de medicamentos na maioria dos Estabelecimentos Assistenciais de Saúde (EAS) do país. 

Reportagem, Laísa Lopes