Foto: Agência Brasil
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CGU e Polícia Federal investigam irregularidades com recursos da saúde no Pará

Operação apura contratação de Organizações Sociais em Saúde para gestão de hospitais pelo governo do estado


A Controladoria-Geral da União (CGU) e a Polícia Federal investigam irregularidades na contratação, pelo governo do Pará, de Organizações Sociais em Saúde (OSS) para gestão de hospitais regionais e de campanha no estado. A apuração dos fatos começou após veículos de comunicação noticiarem que havia contratos irregulares em unidades hospitalares nos municípios de Belém, Marabá, Santarém e Breves.

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Os contratos firmados visavam o fomento, gerenciamento, operacionalização e execução de atividades e serviços de saúde como medida de enfrentamento à pandemia. As apurações revelaram que um grupo de quatro Organizações Sociais em Saúde firmou, ao menos, 12 contratos ou termos aditivos com o governo do Pará entre agosto de 2019 e maio de 2020, totalizando aproximadamente R$ 1,2 bilhão. 

Além do Pará, a operação S.O.S cumpre 40 mandados de busca e apreensão em Goiás e no Rio Grande do Sul, além de 12 mandados de prisão temporária. O trabalho conta com a participação de 14 auditores da CGU e cerca de 200 policiais federais. 

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LOC.: A Controladoria-Geral da União (CGU) e a Polícia Federal investigam irregularidades na contratação, pelo governo do Pará, de Organizações Sociais em Saúde (OSS) para gestão de hospitais regionais e de campanha no estado. A apuração dos fatos começou após veículos de comunicação noticiarem que havia contratos irregulares em unidades hospitalares nos municípios de Belém, Marabá, Santarém e Breves.

Os contratos firmados visavam o fomento, gerenciamento, operacionalização e execução de atividades e serviços de saúde como medida de enfrentamento à pandemia. As apurações revelaram que um grupo de quatro Organizações Sociais em Saúde firmou, ao menos, 12 contratos ou termos aditivos com o governo do Pará entre agosto de 2019 e maio de 2020, totalizando aproximadamente R$ 1,2 bilhão. 

Além do Pará, a operação S.O.S cumpre 40 mandados de busca e apreensão em Goiás e no Rio Grande do Sul, além de 12 mandados de prisão temporária. O trabalho conta com a participação de 14 auditores da CGU e cerca de 200 policiais federais.