Cadastro de mídia

TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

Regras de Uso

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site da Agência do Rádio - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 Mais não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Foto: Alexandre Penido/Ministério da Saúde

AEDES: Ministério da Saúde usa nova tecnologia para combater mosquito

Uma nova estratégia de combate ao mosquito Aedes aegypti está em fase final de testes.

Salvar imagemTexto para rádio

Uma nova estratégia de combate ao mosquito Aedes aegypti está em fase final de testes. Trata-se do método Wolbachia, um microrganismo presente em cerca de 60% dos insetos na natureza, mas ausente no Aedes aegypti. Esse microrganismo reduz a capacidade de o mosquito transmitir dengue, Zika e Chikungunya. A metodologia inovadora insere o Wolbachia artificialmente em mosquitos para que eles se misturem à natureza e diminua o número de casos dessas doenças, como explica o pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz e líder do projeto, Luciano Moreira. 

“A ideia é liberar esses mosquitos que não são geneticamente modificados na natureza e eles ao cruzarem os mosquitos de campos vão passando a bactéria e a ideia tem uma população que não vai transmitir os vírus que eles transmitem. E é totalmente complementar com vacinas, com outras formas de controle, inclusive com inseticida se necessário”.

Os municípios que participarão dessa etapa do projeto são Campo Grande (MS), Belo Horizonte (MG) e Petrolina (PE). O anúncio da etapa final de avaliação da Wolbachia foi feito nesta segunda-feira (15) pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante evento em Campo Grande. Serão investidos R$ 22 milhões. De acordo com o ministro esse teste vai servir como base para outras cidades.

Devemos fazer, em breve, outras cidades para colhermos os frutos com desenvolvimento. Isso vai envolver trabalho da assistência para ver os números de casos, vai envolver trabalho de entomologista que são os especialistas em analisar mosquito para saber qual é a prevalência. A gente começa com um número pequeno, a gente vai vendo como é que ele vai se multiplicando, como é que ele vai se adaptando, e isso envolve agentes comunitários, armadilhas colocadas a campo e o monitoramento dos casos”.

Essa estratégia é uma parceria entre a Fiocruz e Ministério da Saúde, e é um método seguro para as pessoas e para o meio ambiente. É mais uma medida para proteger a população das doenças como dengue, chikungunya e zika. Mas lembre-se: o combate ao Aedes aegypti é responsabilidade de todos. Por isso, vamos ficar atentos e eliminar possíveis criadouros do mosquito.
 

Fonte: Brasil 61

Continue Lendo





Receba nossos conteúdos em primeira mão.

Uma nova estratégia de combate ao mosquito Aedes aegypti está em fase final de testes. Trata-se do método Wolbachia, um microrganismo presente em cerca de 60% dos insetos na natureza, mas ausente no Aedes aegypti. Esse microrganismo reduz a capacidade de o mosquito transmitir dengue, Zika e Chikungunya. A metodologia inovadora insere o Wolbachia artificialmente em mosquitos para que eles se misturem à natureza e diminua o número de casos dessas doenças, como explica o pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz e líder do projeto, Luciano Moreira. 

 

“A ideia é liberar esses mosquitos que não são geneticamente modificados na natureza e eles ao cruzarem os mosquitos de campos vão passando a bactéria e a ideia tem uma população que não vai transmitir os vírus que eles transmitem. E é totalmente complementar com vacinas, com outras formas de controle, inclusive com inseticida se necessário”.

Os municípios que participarão dessa etapa do projeto são Campo Grande (MS), Belo Horizonte (MG) e Petrolina (PE). O anúncio da etapa final de avaliação da Wolbachia foi feito nesta segunda-feira (15) pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante evento em Campo Grande. Serão investidos R$ 22 milhões. De acordo com o ministro esse teste vai servir como base para outras cidades.

 

"Devemos fazer, em breve, outras cidades para colhermos os frutos com desenvolvimento. Isso vai envolver trabalho da assistência para ver os números de casos, vai envolver trabalho de entomologista que são os especialistas em analisar mosquito para saber qual é a prevalência. A gente começa com um número pequeno, a gente vai vendo como é que ele vai se multiplicando, como é que ele vai se adaptando, e isso envolve agentes comunitários, armadilhas colocadas a campo e o monitoramento dos casos”.

Essa estratégia é uma parceria entre a Fiocruz e Ministério da Saúde, e é um método seguro para as pessoas e para o meio ambiente. É mais uma medida para proteger a população das doenças como dengue, chikungunya e zika. Mas lembre-se: o combate ao Aedes aegypti é responsabilidade de todos. Por isso, vamos ficar atentos e eliminar possíveis criadouros do mosquito.