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LOC 1: Um ortomosaico, imagem aérea de alta precisão criada a partir da união de várias fotografias, e imagens espaciais com o antes e o depois do tornado que atingiu o município de Rio Bonito do Iguaçu, no Paraná, auxiliam a Defesa Civil Nacional a mensurar a dimensão dos danos provocados pelo fenômeno.
O material também tem ajudado no planejamento das ações de resposta e reconstrução da cidade.
Para Bráulio Maia, diretor substituto do Departamento de Obras de Proteção e Defesa Civil, o uso de imagens de drone e de satélite tem sido fundamental no pós-desastre.
TEC./SONORA: BRÁULIO
“0:05 Então, lá em Rio Bonito do Iguaçu, a gente fez, desde o primeiro dia lá do desastre, a gente está com a equipe da Defesa Civil no campo, auxiliando o município no levantamento dos danos e na instrução processual, para a gente construir os documentos que são necessários para atender os normativos vigentes”
“0:46 Nós fizemos um levantamento com um drone, que cobriu cerca de 70% do centro da cidade, 70% a 80% do centro da cidade, e com esse drone a gente fez muitas fotos, fez um acervo de relatórios fotográficos, 1.500 fotos, para a produção de ortomosaico, que é como se fosse a juntada de todas essas fotos, para a gente ter uma visão geral do que aconteceu. E também para a gente planejar e contabilizar a reconstrução das casas”
LOC 2: Até o momento, a Defesa Civil Nacional aprovou dois planos de trabalho para a reconstrução de cinco edificações públicas destruídas pelo tornado em Rio Bonito do Iguaçu.
Para saber mais sobre as ações do Governo Federal em Proteção e Defesa Civil, acesse http://mdr.gov.br
Reportagem, Manuela Rolim