Foto: Camila Boehm/Agência Brasil
Foto: Camila Boehm/Agência Brasil

RR: iniciada campanha que coleta DNA de familiares de pessoas desaparecidas

Coletas serão feitas até 18 de junho. Objetivo é ajudar na identificação e investigação dos casos


Dá início, nesta segunda-feira (14), a campanha de coleta do DNA de familiares de pessoas desaparecidas em Roraima. O trabalho faz parte da campanha promovida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) que visa a convocação de familiares de pessoas desaparecidas para o recolhimento de amostras biológicas para exame de DNA.

As coletas serão feitas em Boa Vista, entre os dias 14 e 18 de junho, das 8h às 12h, na sede do Instituto de Criminalística. Durante a tarde, o local é no prédio da Polícia Federal, das 13h às 17h. A coleta será realizada apenas se já houver Boletim de Ocorrência do desaparecimento registrado. Também serão coletadas referências diretas das vítimas, como escovas de dente, aparelho de barbear, entre outros objetos que possam ajudar na identificação.

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O objetivo da campanha é criar uma rede nacional de dados que possa ajudar na identificação e investigação de casos de pessoas desaparecidas em todo o Brasil. Atualmente, o sistema do Ministério tem mais de 3 mil perfis genéticos de restos mortais não identificados e mais de 2 mil famílias cadastradas.

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LOC.: Dá início, nesta segunda-feira (14), a campanha de coleta do DNA de familiares de pessoas desaparecidas em Roraima. O trabalho faz parte da campanha promovida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) que visa a convocação de familiares de pessoas desaparecidas para o recolhimento de amostras biológicas para exame de DNA.

As coletas serão feitas em Boa Vista, entre os dias 14 e 18 de junho, das 8h às 12h, na sede do Instituto de Criminalística. Durante a tarde, o local é no prédio da Polícia Federal, das 13h às 17h. A coleta será realizada apenas se já houver Boletim de Ocorrência do desaparecimento registrado. Também serão coletadas referências diretas das vítimas, como escovas de dente, aparelho de barbear, entre outros objetos que possam ajudar na identificação.

O objetivo da campanha é criar uma rede nacional de dados que possa ajudar na identificação e investigação de casos de pessoas desaparecidas em todo o Brasil. Atualmente, o sistema do Ministério tem mais de 3 mil perfis genéticos de restos mortais não identificados e mais de 2 mil famílias cadastradas.

Reportagem, Poliana Fontenele