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LOC 1: As obras de recuperação da estrada de acesso ao Parque Nacional da Serra da Canastra, em Minas Gerais, avançam com foco na proteção das nascentes do Rio São Francisco./ Nesta quarta-feira, oito de abril, uma equipe do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional esteve em São Roque de Minas para acompanhar os trabalhos./ A iniciativa busca reduzir impactos ambientais, como erosão, assoreamento e deslizamentos./ Quem explica é a assessora técnica especializada da pasta, Ramile Soares./
TEC./SONORA: RAMILLE
“A estrada é a entrada do Parque Nacional da Canastra, uma importante região turística de Minas Gerais e também a Labranja Nascente do São Francisco. Essa estrada fica em um terreno bastante susceptível à erosão. Ela estava sofrendo com um processo muito intenso de degradação pela erosão e também pelo acesso de carros, e essa erosão causava o carreamento de solos para os rios que formam o São Francisco. Então essa ação vai frear esse processo de degradação dessa estrada, inclusive de toda a região, por causa do controle da drenagem dessa área. Então a gente vai ter, além da estrada, o controle das erosões vizinhas à estrada”
LOC 2: A previsão de conclusão é abril de dois mil e vinte e sete// Com investimento de mais de cinquenta e um milhões de reais, o projeto contempla cerca de nove vírgula seis quilômetros de obras, com serviços de pavimentação, drenagem e contenção de encostas// A ação integra um conjunto mais amplo de iniciativas coordenadas pelo MIDR, por meio dos Comitês Gestores das Contas dos Programas de Revitalização dos Recursos Hídricos, voltados à recuperação de bacias hidrográficas// Os recursos são oriundos do processo de desestatização da Eletrobras e têm como foco ampliar a recarga hídrica, reduzir processos erosivos./
TEC./SONORA: RAMILLE
“Os comitês gestores têm como atribuição gerir as contas dos programas de revitalização dos recursos hídricos da Bacia do São Francisco e do Parnaíba, oriundos do processo de desestatização da Eletrobras, a Lei 14.182, de 2021. E, para tanto, a gente monta um plano de trabalho com ações que favoreçam o incremento das vazões afluentes ou flexibilidade operativa dos reservatórios. Nesse caso, a gente tem uma ação de recarga afluente. Então, quando você recupera uma área, a água para de percolar rapidamente para o rio, causando erosão, causando enchente e ela vai infiltrar”
LOC 3: Para saber mais sobre as ações do Governo Federal em Segurança Hídrica, acesse MDR.GOV.BR
Reportagem, Mayra Christie