
Voltar
LOC.: Formadores culturais, educadores, coletivos indígenas e gestores públicos têm agora novas ações integradas do Ministério da Cultura voltadas à valorização dos saberes originários e à formação artística no Brasil.//
As iniciativas são coordenadas pela Secretaria de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura, a Sefli. Elas incluem apoio à produção de conteúdos indígenas, formação em cultura digital e articulação com universidades federais.//
A proposta é reconhecer e fortalecer os modos próprios de ensinar e aprender existentes nos territórios.//
Segundo o secretário Fabiano Piúba, a diversidade é a base dessas políticas.//
TEC./SONORA: FABIANO PIÚBA
“Uma das diretrizes, premissa das políticas culturais é justamente o da diversidade, né? A diversidade em sua mais vasta plenitude. A partir disso, o Ministério da Cultura desenvolve as suas políticas e não foi diferente no campo da formação artística e cultural.”
LOC.: Entre as iniciativas está o fortalecimento da revista PIHHY. O nome, em língua originária, significa semente.//
A publicação reúne conhecimentos, saberes e artes indígenas produzidos pelos próprios povos indígenas.//
A revista também passa a integrar um acervo desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Goiás.//
TEC./SONORA: FABIANO PIÚBA
“Ela compreende a criação, a produção, difusão e circulação dos conhecimentos, das ciências, dos saberes e das artes indígenas, realizada pelos próprios povos indígenas do nosso país. E é uma revista que tem sido uma referência importante para produção de conteúdos, mas também da criação de um acervo.”
LOC.: As ações fazem parte de uma política mais ampla do Ministério da Cultura em parceria com o Ministério da Educação.
A iniciativa dialoga com a Lei 11.645, que trata do ensino das histórias e culturas indígenas e afro-brasileiras nas escolas. Além disso, o MinC apoia o Encontro de Escritores e Artistas Indígenas, realizado no Rio de Janeiro, em parceria com a Universidade Federal Fluminense.
TEC./SONORA: FABIANO PIÚBA
“A comunicação digital também é fundamental para afirmação das ancestralidades, da memória, da identidade, mas também como uma ferramenta de comunicação, e também como um componente ético, estético e político.”
LOC.: As iniciativas reforçam a formação artística e cultural como política de Estado.
Segundo o Ministério da Cultura, as ações conectam diversidade, educação e território.//
Para mais informações, acesse: www.gov.br/cultura