Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Incerteza da economia: Indicador retorna a um nível confortável pela primeira vez desde 2019, diz a FGV

O Índice retoma para patamares confiáveis, após a forte alta de março

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O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getúlio Vargas caiu 4,1 pontos em abril, para 112,6 pontos. 

O Indicador retoma a um nível confortável, após a alta de março deste ano. O desempenho do índice, desta vez, é o melhor desde 2019. 

Vale mencionar que este índice é feito de duas dimensões. A primeira é relativa à menção de incerteza na mídia impressa e online. 

A segunda é a de expectativa, construída a partir da previsão de analistas econômicos. 

Os setores que mais melhoraram o índice foram relativos à mídia. Já fatores relativos à expectativa influenciaram negativamente o índice, dadas as incertezas sobre a economia. 

Segundo especialistas da Fundação Getúlio Vargas, a melhoria do índice foi motivada pela diminuição do conflito entre governo e Banco Central. Já no cenário externo, há um abrandamento de uma possível crise bancária nos Estados Unidos e Europa. Com relação às expectativas dos agentes, há mais diversidade na previsão de analista — o que fez este setor do índice oscilar levemente para cima. 

No futuro, é possível que o indicador convirja para patamares ainda melhores, complementam os especialistas. 

Os dados são da Fundação Getúlio Vargas, FGV-IBRE. 
 

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LOC.: O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getúlio Vargas caiu 4,1 pontos em abril, para 112,6 pontos. 

O Indicador retoma a um nível confortável, após a alta de março desde ano. O desempenho do índice, desta vez, é o melhor desde 2019. 

Vale mencionar que este índice é feito de duas dimensões. A primeira é relativa à menção de incerteza na Mídia impressa e online. 

A segunda é a de Expectativa, construída a partir da previsão de analistas econômicos. 

Os setores que mais melhoraram o índice foram relativos à Mídia. Já fatores relativos à expectativa influenciaram negativamente o índice, dadas as incertezas sobre a economia. 

Segundo especialistas da Fundação Getúlio Vargas, a melhora do índice foi motivada pela diminuição do conflito entre governo e Banco Central no Brasil. Já no cenário externo, há um abrandamento de uma possível crise bancária nos Estados Unidos e Europa. Com relação às expectativas dos agentes, há mais diversidade na previsão de analistas, o que fez este setor do índice oscilar levemente para cima. 

No futuro, é possível que o indicador convirja para patamares ainda melhores, complementam os especialistas. 

Os dados são da Fundação Getúlio Vargas, FGV-IBRE. 

Reportagem, Luigi Mauri, narração, Karina Chagas.