Foto: MDR Divulgação
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Governo Federal autoriza início de estudos para implantação da Adutora do Agreste Potiguar

Ministro Rogério Marinho assinou, neste sábado (19), ordem de serviço que libera a operação. Titular do MDR também participou da abertura de seminário sobre o Programa Casa Verde e Amarela


O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional, segue trabalhando para garantir a segurança hídrica do Rio Grande do Norte. Neste sábado, 19 de fevereiro, foi assinada ordem de serviço para elaboração do projeto de implantação da Adutora do Agreste Potiguar, que vai beneficiar 38 cidades do estado. O investimento federal será de mais de 260 milhões de reais.

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, conta um pouco o sobre o projeto da adutora.

A ideia é prospectarmos água na altura ali do Rio Guandu, entre Pedro Velho e Canguaretama, e, a partir de lá, darmos segurança hídrica àquela região (...) Ao mesmo tempo retirar a sobrecarga que existe hoje principalmente na Monsenhor Expedito, que é uma adutora que, saindo da lagoa do Bonfim, abastece aquela região central e a região do Trairi do Rio Grande do Norte e parte da região agreste.

Prefeito de São Tomé e presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte,  Anteomar Pereira da Silva, o Babá, destacou a importância da adutora para a popular potiguar. 
“É um empreendimento importantíssimo, onde vai desafogar a adutora Monsenhor Expedito, além de levar água para vários municípios do estado, que hoje sofre muito a população com essa escassez de água. Tem municípios onde essa adutora vai chegar que passa semanas sem pingar água na goteira do povo do município. Então é uma ação importantíssima.

A previsão é que as obras da Adutora do Agreste Potiguar atendam cerca de 510 mil pessoas ao fim do projeto, que será construído em nove trechos. Das 38 cidades, 13 serão beneficiadas diretamente, sendo 10 na região do agreste e três no litoral sul.

Outros 25 municípios também serão beneficiados com maior oferta hídrica por conta da redistribuição da água dos Sistemas Adutores Monsenhor Expedito e Espírito Santo.

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LOC: O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional, segue trabalhando para garantir a segurança hídrica do Rio Grande do Norte. Neste sábado, 19 de fevereiro, foi assinada ordem de serviço para elaboração do projeto de implantação da Adutora do Agreste Potiguar, que vai beneficiar 38 cidades do estado. O investimento federal será de mais de 260 milhões de reais.

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, conta um pouco o sobre o projeto da adutora.

SONORA ROGÉRIO MARINHO (5:54 - 6:04 | 6:20 - 6:35)

A ideia é prospectarmos água na altura ali do Rio Guandu, entre Pedro Velho e Canguaretama, e, a partir de lá, darmos segurança hídrica àquela região (...) Ao mesmo tempo retirar a sobrecarga que existe hoje principalmente na Monsenhor Expedito, que é uma adutora que, saindo da lagoa do Bonfim, abastece aquela região central e a região do Trairi do Rio Grande do Norte e parte da região agreste.

Prefeito de São Tomé e presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte,  Anteomar Pereira da Silva, o Babá, destacou a importância da adutora para a popular potiguar. 

SONORA PREFEITO BABÁ
“É um empreendimento importantíssimo, onde vai desafogar a adutora Monsenhor Expedito, além de levar água para vários municípios do estado, que hoje sofre muito a população com essa escassez de água. Tem municípios onde essa adutora vai chegar que passa semanas sem pingar água na goteira do povo do município. Então é uma ação importantíssima.

LOC: A previsão é que as obras da Adutora do Agreste Potiguar atendam cerca de 510 mil pessoas ao fim do projeto, que será construído em nove trechos. Das 38 cidades, 13 serão beneficiadas diretamente, sendo 10 na região do agreste e três no litoral sul.

Outros 25 municípios também serão beneficiados com maior oferta hídrica por conta da redistribuição da água dos Sistemas Adutores Monsenhor Expedito e Espírito Santo.

Para saber mais sobre as ações de segurança hídrica do Ministério do Desenvolvimento Regional, acesse mdr.gov.br.

Reportagem, Alessandro Mendes