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LOC.: A União vai repassar DOIS BILHÕES E SEISCENTOS MILHÕES DE REAIS aos municípios brasileiros, nesta terça-feira, dia 20. O valor corresponde ao segundo decêndio de janeiro do Fundo de Participação dos Municípios, o FPM. No mesmo período do ano passado, as prefeituras partilharam aproximadamente DOIS BILHÕES.
As cidades localizadas no estado de São Paulo vão receber mais de TREZENTOS E VINTE E QUATRO MILHÕES DE REAIS, o maior volume entre as unidades da federação. Entre as cidades paulistas beneficiadas estão São João da Boa Vista e Salto.
Já os municípios de Roraima vão dividir o menor montante, que soma UM MILHÃO E NOVECENTOS MIL REAIS. Entre as cidades do estado que recebem os maiores valores estão Alto Alegre e Cantá, com quase CENTO E SESSENTA MIL REAIS cada.
O especialista em orçamento público Cesar Lima explica que, por se tratar de um repasse de meio de mês, é normal que o valor seja menor em relação aos demais decêndios. Porém, ele considera um avanço, já que o resultado superou o do ano passado. Ainda segundo Lima, existe um limite no valor que cada município pode receber do FPM. Esse teto é calculado por um coeficiente percentual que varia de acordo com vários aspectos.
TEC./SONORA: Cesar Lima, especialista em orçamento público
“O limite é aquele coeficiente dado por vários fatores, entre renda per capita, IDH, entre outros. Para alguns municípios, o FPM é praticamente a única receita que o município tem, tirando algumas outras coisas pequenas, como o IPTU. Devido ao seu baixo dinamismo econômico, ele necessita, sobrevive praticamente de FPM.”
LOC.: Ao longo de 2025, as prefeituras receberam mais de CENTO E NOVENTA E SEIS BILHÕES DE REAIS em recursos do FPM. O valor representa um salto acima de QUATORZE POR CENTO em comparação com 2024, quando a quantia foi de aproximadamente CENTO E SETENTA BILHÕES.
O FPM é um repasse previsto na Constituição Federal. Os recursos que compõem o fundo correspondem a VINTE E DOIS E MEIO POR CENTO da arrecadação da União com o Imposto de Renda e o Imposto sobre Produtos Industrializado, o IPI.
Reportagem, Marquezan Araújo