Imagem: CNA/Wenderson Araujo/Trilux
Imagem: CNA/Wenderson Araujo/Trilux

Chuvas intensas em Minas Gerais e Goiás atrasam plantio do milho e ameaçam colheita do feijão

Excesso de umidade no solo dificulta entrada de máquinas nas lavouras e pode comprometer produtividade e qualidade dos grãos

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O excesso de chuvas no norte de Goiás e no centro-norte de Minas Gerais tem reduzido o ritmo das atividades agrícolas e acende alerta para produtores de milho e feijão. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os altos volumes acumulados e a frequência das precipitações mantêm o solo excessivamente úmido, restringindo a entrada de máquinas nas lavouras.

O plantio do milho segunda safra, realizado após a colheita da soja, avança lentamente. A condição de solo encharcado também atrasa operações essenciais, como adubação de cobertura e controle de pragas e plantas daninhas. A ocorrência de dias consecutivos com chuva pode comprometer o estabelecimento das áreas recém-semeadas e impactar diretamente o número de plantas por área, um dos principais componentes da produtividade.

A previsão do tempo indica continuidade das chuvas pelo menos até sábado (28), com acumulados que podem ultrapassar 200 milímetros em áreas do centro-norte mineiro e do norte goiano.

Nos municípios de Arinos e Porangatu, o balanço hídrico aponta manutenção do excedente de água no solo até o fim da semana, mantendo elevados níveis de armazenamento hídrico e sem indicação de déficit no curto prazo.

Além do milho, a alta umidade durante a maturação e colheita do feijão primeira safra pode comprometer a qualidade dos grãos, elevar o risco de deterioração e afetar o padrão comercial do produto.

Diante do cenário, a recomendação é que produtores acompanhem diariamente as atualizações meteorológicas e monitorem a umidade do solo para planejar as operações de campo e mitigar riscos nas próximas semanas.

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LOC.: O excesso de chuvas no norte de Goiás e no centro-norte de Minas Gerais tem impactado o ritmo das atividades agrícolas nesta semana.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia, os volumes elevados e a frequência das precipitações mantêm o solo encharcado, o que impede a entrada de máquinas nas lavouras. Com isso, o plantio do milho segunda safra avança lentamente, além de atrasar operações importantes, como adubação de cobertura e controle de pragas.

A previsão indica que a chuva deve continuar pelo menos até sábado, dia 28, com acumulados que podem ultrapassar 200 milímetros em áreas do centro-norte mineiro e do norte goiano.

Em municípios como Arinos, em Minas Gerais, e Porangatu, em Goiás, o balanço hídrico aponta manutenção do excedente de água no solo, sem previsão de déficit hídrico no curto prazo.

Além do milho, a colheita do feijão primeira safra também preocupa. A alta umidade durante a maturação pode comprometer a qualidade dos grãos, aumentar o risco de perdas e dificultar a definição do momento ideal de colheita.

Produtores devem acompanhar as atualizações meteorológicas e monitorar a umidade do solo para reduzir riscos e minimizar prejuízos nas próximas semanas.

Reportagem, Jullya Borges.