MINUTO DA SAÚDE: Saiba mais sobre os tipos de ISTs


As Infecções Sexualmente Transmissíveis, as ISTs, como a sífilis, hepatites virais e HIV, são causadas por vírus e bactérias repassados entre a população por meio de relações sexuais desprotegidas, sem uso de camisinha.

E as autoridades em Saúde alertam que o risco de infecção dessas doenças é maior principalmente entre os jovens de 20 a 34 anos. No último ano, por exemplo, mais de 50% das pessoas diagnosticadas com HIV eram jovens, e a negligência pode ser o fator responsável pelo aumento do contágio do vírus, nessa faixa etária. 

A sífilis, por exemplo, foi notificada em quase 160 mil pessoas, no ano passado, mas esse número pode ser ainda maior porque existem pessoas que têm ISTs e não sabem. Os dados são do Ministério da Saúde. 

Por isso, fique atento as explicações do médico sanitarista do Centro de Referência e Treinamento em IST/Aids, de São Paulo, Artur Kalichman, e previna-se! 

“Então, a gente tem a sífilis, que é uma IST bastante comum, a gonorreia, a clamídia. Os homens, quando têm sintomas, podem ser verrugas, feridas como úlceras na glande ou ter corrimento uretrais, ardor ao urinar. Nas mulheres, também, podem ter corrimentos, dor nas relações sexuais, e a melhor maneira de se prevenir dessas todas ISTs é, de fato, o uso da camisinha e buscar fazer exames, testes, porque as ISTs todas têm tratamento. Uma pessoa que faz o diagnóstico e se cura fica bem e não passa IST para ninguém.” 

Proteja-se! Usar camisinha é uma responsa de todos. Se notar sinais de uma infecção Sexualmente Transmissível (IST), procure uma unidade de saúde e informe-se. Saiba mais em: saude.gov.br/ist.

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LOC.: As Infecções Sexualmente Transmissíveis, as ISTs, como a sífilis, hepatites virais e HIV, são causadas por vírus e bactérias repassados entre a população por meio de relações sexuais desprotegidas, sem uso de camisinha.
E as autoridades em Saúde alertam que o risco de infecção dessas doenças é maior principalmente entre os jovens de 20 a 34 anos. No último ano, por exemplo, mais de 50% das pessoas diagnosticadas com HIV eram jovens, e a negligência pode ser o fator responsável pelo aumento do contágio do vírus, nessa faixa etária. 
A sífilis, por exemplo, foi notificada em quase 160 mil pessoas, no ano passado, mas esse número pode ser ainda maior porque existem pessoas que têm ISTs e não sabem. Os dados são do Ministério da Saúde. 
Por isso, fique atento as explicações do médico sanitarista do Centro de Referência e Treinamento em IST/Aids, de São Paulo, Artur Kalichman, e previna-se! 
TEC./SONORA: Médico sanitarista do Centro de Referência e Treinamento em IST/AIDS, de São Paulo, Artur Kalichman
“Então, a gente tem a sífilis, que é uma IST bastante comum, a gonorreia, a clamídia. Os homens, quando têm sintomas, podem ser verrugas, feridas como úlceras na glande ou ter corrimento uretrais, ardor ao urinar. Nas mulheres, também, podem ter corrimentos, dor nas relações sexuais, e a melhor maneira de se prevenir dessas todas ISTs é, de fato, o uso da camisinha e buscar fazer exames, testes, porque as ISTs todas têm tratamento. Uma pessoa que faz o diagnóstico e se cura fica bem e não passa IST para ninguém.” 
LOC.: Proteja-se! Usar camisinha é uma responsa de todos. Se notar sinais de uma infecção Sexualmente Transmissível (IST), procure uma unidade de saúde e informe-se. Saiba mais em: saude.gov.br/ist.