Cadastro de mídia

TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

Regras de Uso

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site da Agência do Rádio - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 Mais não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

DIVERSÃO EM PAUTA: O terror “Cemitério Maldito” traz roteiro confuso, mas apresenta excelente atuação de Jeté Laurence

Adaptação do livro de Stephen King, o filme estreia no dia 9 de maio nos cinemas brasileiros


O livro “Cemitério Maldito”, do aclamado escritor de terror Stephen King, ganhou mais uma adaptação para as telas de cinema. Trinta anos após o lançamento do primeiro longa, o filme retorna com Jason Clarke (“O Exterminador do Futuro: Gênesis” e “Planeta dos Macacos: O Confronto”), Amy Seimetz (Alien: Covenant) e a jovem Jeté Laurence no novo elenco. A estreia é nesta quinta-feira (9).

O terror é protagonizado pela família Creed, recém-chegada da cidade grande a uma tranquila casa na floresta. A mudança de ares foi ideia do médico Louis, o pai, que decidiu dar mais atenção à criação dos filhos, Ellie e Gage.

A calmaria dos Creed é abalada após a morte do seu pet, o gato Church. Um vizinho recomenda a Louis a enterrar o felino em um cemitério de animais, situado – por acaso (!) – no quintal da família. A partir deste momento, eventos sobrenaturais passam a atormentar os personagens e espectadores.

O roteiro do filme é confuso ao entrelaçar três narrativas desconexas. Dá a ideia de que os roteiristas queriam colocar diferentes tipos de assombração, e acabaram não focando e aprofundando em nenhuma delas.

Em contrapartida, uma surpresa muito boa foi a atuação de Jeté Laurence, que interpreta a Ellie. Ela tem apenas 11 anos, mas dá de dez a zero em Jason Clarke e Amy Seimetz. A pequena atriz mostrou ter muita força e maturidade para interpretar um papel tão assustador e, ao mesmo tempo, carinhoso.

Outro aspecto interessante é o modo como a morte é tratada pelos personagens. As histórias começam a se amarrar porque todos os personagens frequentes no enredo tiveram algum tipo de contato com a morte. Seja por um ente querido, ou o animal, como no caso das crianças. E isso acaba explicando o medo dos pais de falarem a verdade para os filhos.

O desfecho do filme, infelizmente, parece até uma piada. Quem se interessa por filmes de terror pode ficar um pouco decepcionado com a produção de “Cemitério Maldito”. Confira, nos cinemas, a partir de 9 de maio.

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LOC.: O livro “Cemitério Maldito”, do aclamado escritor de terror Stephen King, ganhou mais uma adaptação para as telas de cinema. Trinta anos após o lançamento do primeiro longa, o filme retorna com Jason Clarke (“O Exterminador do Futuro: Gênesis” e “Planeta dos Macacos: O Confronto”), Amy Seimetz (Alien: Covenant) e a jovem Jeté Laurence no novo elenco. A estreia é nesta quinta-feira (9).

O terror é protagonizado pela família Creed, recém-chegada da cidade grande a uma tranquila casa na floresta. A mudança de ares foi ideia do médico Louis, o pai, que decidiu dar mais atenção à criação dos filhos, Ellie e Gage.

A calmaria dos Creed é abalada após a morte do seu pet, o gato Church. Um vizinho recomenda a Louis a enterrar o felino em um cemitério de animais, situado – por acaso (!) – no quintal da família. A partir deste momento, eventos sobrenaturais passam a atormentar os personagens e espectadores.

O roteiro do filme é confuso ao entrelaçar três narrativas desconexas. Dá a ideia de que os roteiristas queriam colocar diferentes tipos de assombração, e acabaram não focando e aprofundando em nenhuma delas.

Em contrapartida, uma surpresa muito boa foi a atuação de Jeté Laurence, que interpreta a Ellie. Ela tem apenas 11 anos, mas dá de dez a zero em Jason Clarke e Amy Seimetz. A pequena atriz mostrou ter muita força e maturidade para interpretar um papel tão assustador e, ao mesmo tempo, carinhoso.

Outro aspecto interessante é o modo como a morte é tratada pelos personagens. As histórias começam a se amarrar porque todos os personagens frequentes no enredo tiveram algum tipo de contato com a morte. Seja por um ente querido, ou o animal, como no caso das crianças. E isso acaba explicando o medo dos pais de falarem a verdade para os filhos.

O desfecho do filme, infelizmente, parece até uma piada. Quem se interessa por filmes de terror pode ficar um pouco decepcionado com a produção de “Cemitério Maldito”. Confira, nos cinemas, a partir de 9 de maio.

Reportagem, Sara Rodrigues