CONCILIAÇÃO: Judiciário soluciona conflitos de vizinhança

Demandas sobre direito de vizinhança já podem ser atendidas no Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania, o Cejusc, da Faculdade Metropolitana da Amazônia, a Famaz. Problemas de convívio social entre os vizinhos podem ser solucionados por meio da conciliação, o que também evita o ingresso de uma ação na Justiça. 

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LOC/REPÓRTER: Demandas sobre direito de vizinhança já podem ser atendidas no Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania, o Cejusc, da Faculdade Metropolitana da Amazônia, a Famaz. Problemas de convívio social entre os vizinhos podem ser solucionados por meio da conciliação, o que também evita o ingresso de uma ação na Justiça. A coordenadora do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania da Famaz, juíza Ana Patrícia Alves destaca os benefícios da conciliação. 
 
TEC/SONORA: Coordenadora do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania da Famaz, juíza Ana Patrícia Alves.
 
“Questões relativas a danos materiais causados por um imóvel, por um terreno, de questões relativas a danos morais, o Cejusc ele tem a função de tentar a pacificação social através da resolução do conflito. Então, ela vem na intenção de tratar do conflito antes de que ele se torne um processo. Ou seja, todos os cidadãos de Belém que tenham um conflito, que queiram passar pelo processo de mediação, que queiram tentar um acordo extraprocessual, eles podem procurar o Cejusc”.
 
LOC/REPÓRTER: No Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania da Famaz, mais de 50% das demandas são finalizadas com o acordo entre as partes. O supervisor do Cejusc na faculdade, o advogado Lucian Chaves, comenta que por meio da mediação o conflito pode ser solucionado.
 
TEC/SONORA: Supervisor do Cejusc, advogado Lucian Chaves.
 
“Em mediação, o mediador consegue trabalhar com a primeira questão que é o que a parte traz e com o ponto sentimental, que muitas das vezes a gente tem um conflito de vizinhança também só que não é só aquele problema superficial que existe. Muitas das vezes aquele conflito gerado tem uma ofensa, tem algo que na mediação a gente consegue trabalhar. A gente consegue trabalhar o que efetivamente tem causado um desgaste com as partes”.
 
LOC/REPÓRTER: A coordenadora do Núcleo de Práticas Jurídicas da Faculdade Metropolitana da Amazônia, Cristiane Alves, ressalta que os acadêmicos de direito aprendem sobre a mediação.
 
TEC/SONORA: Coordenadora do Núcleo de Práticas Jurídicas daFaculdade Metropolitana da Amazônia, Cristiane Alves
 
“Além do Cejusc, em sala de aula nós também trabalhamos esse viés, da mediação. O curso, ele tem essa linha. Uma linha de procurar a mediação, uma linha de mostrar para esse profissional que vai entrar no mercado que o litígio ele é uma saída, mas ele não é a saída ou ele não é a melhor saída”.
 
LOC/REPÓRTER: O Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania está localizado na Famaz da avenida Visconde de Souza Franco, no bairro do Reduto e funciona de oito e meia às onze e meia da manhã.
 
Reportagem, Thamyres Nicolau

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