Tema foi debatido ministro na presença da deputada federal Professora Goreth e de reitores dos Institutos Federais da Região Norte. (Foto: Márcio Pinheiro)
Tema foi debatido ministro na presença da deputada federal Professora Goreth e de reitores dos Institutos Federais da Região Norte. (Foto: Márcio Pinheiro)

Waldez Góes defende modelo de desenvolvimento específico para a Amazônia

Em reunião com a deputada federal Professora Goreth e reitores, o ministro debateu projetos estratégicos para o avanço educacional na Amazônia

ÚLTIMAS SOBRE AMAZÔNIA


 

Promover infraestrutura para educação, integrando e gerando oportunidades para povos originários, ribeirinhos e quilombolas da região amazônica com ciência e sustentabilidade. Essa foi uma das pautas debatidas pelo ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, nesta quarta-feira (6), na presença da deputada federal Professora Goreth e de reitores dos Institutos Federais da Região Norte.

Como presidente da Subcomissão Especial do Fator Amazônico na Câmara dos Deputados, Professora Goreth apresentou ao ministro propostas para implementação de políticas públicas que levem em consideração os custos adicionais relacionados à logística e ao transporte em operações comerciais, infraestruturas ou de serviços na Amazônia. Waldez Góes defendeu o diálogo entre as diferentes instâncias da gestão pública para definir modelos de desenvolvimento específicos para a região.

“Se não enfrentarmos uma discussão sobre o modelo de desenvolvimento da Amazônia, a política pública não bastará, seja em educação, saúde, segurança, ou de desenvolvimento econômico. Para dar certo, nós dependemos muito da ciência, da pesquisa, do conhecimento, da tecnologia e da inovação para mudar a vida das pessoas. A Professora Goreth lidera a frente parlamentar da Amazônia e exerce importante papel na construção de consensos”, destacou o ministro.

A contribuição dos Institutos Federais para o protagonismo do Brasil na COP30 em 2025 também foi abordada no encontro. A parlamentar ressaltou a importância do Fator Amazônico como política de equidade social ao promover a manutenção e ampliação do ensino superior e técnico para a população do Norte.

“A missão do Fator Amazônico é garantir equidade nas políticas públicas e tem tudo a ver com a COP30, porque o Brasil vai ter a oportunidade de mostrar ao mundo que a partir da garantia de um financiamento diferenciado para regiões de difícil acesso, estamos cuidando com responsabilidade de quem cuida da Amazônia. Os institutos federais têm um papel crucial, não apenas na promoção da educação, mas na promoção da pesquisa, da ciência e da tecnologia”, afirmou Professora Goreth.

Estiveram presentes na reunião os reitores Romaro Silva (AP), Jaime Cavalcante Alves (AM), Nilra Jane (RR), Ana Paula Palheta (PA), Moisés José Rosa Souza (RO), Fábio Storch de Oliveira (AC) e Antonio da Luz Júnior (TO).

Fonte: MIDR

 

Receba nossos conteúdos em primeira mão.

LOC: Promover infraestrutura para educação, integrar e gerar oportunidades para a região amazônica foi uma das pautas discutidas por Waldez Góes, ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, na quarta-feira, 6 de novembro. A deputada federal Professora Goreth participou da reunião junto com reitores dos Institutos Federais da Região Norte.

A parlamentar, que é presidente da Subcomissão Especial do Fator Amazônico na Câmara dos Deputados, apresentou ao ministro propostas para implementação de políticas públicas.

O Fator Amazônico se refere aos custos adicionais relacionados à logística e ao transporte para realizar operações comerciais e serviços na Amazônia.

Waldez Góes defendeu o diálogo entre os gestores públicos e consensos para definir modelos de desenvolvimento específicos para a região.

"A deputada Goreth, que lidera a frente parlamentar da Amazônia na defesa de um consenso que nós já construímos e que agora devemos convencer o Brasil inteiro, o Parlamento Brasileiro, que é do custo amazônico, na educação, na saúde, na segurança, nas mais diversas áreas, que acaba deixando a Amazônia sempre como uma região de menos desenvolvida, com os indicadores mais desafiadores, e não é justo, porque nós temos uma riqueza bem de patrimônio, e a gente precisa transformar isso em qualidade de vida para a nossa gente."

LOC: Também foi abordado no encontro o protagonismo do Brasil na COP30, que será realizada em 2025. A deputada indicou a contribuição dos Institutos Federais como promotores de educação, pesquisa, ciência e tecnologia.

Para saber mais sobre as ações do Governo Federal em desenvolvimento regional, acesse: mdr.gov.br 

Reportagem, Giulia Luchetta