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LOC.: Os portos do Sudeste do Brasil bateram recorde no terceiro trimestre de 2025. Foram 186,7 milhões de toneladas movimentadas entre julho e setembro, um crescimento de 9,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são da Agência Nacional de Transportes Aquaviários, a Antaq.
O principal impulso veio dos Terminais de Uso Privado, os chamados TUPs, que cresceram 13,6% e movimentaram 124,5 milhões de toneladas. Já os portos públicos, como Santos e Itaguaí, somaram 62,2 milhões de toneladas, com crescimento mais moderado.
Destaque para o Terminal de Petróleo no Porto do Açu, no Rio de Janeiro, que cresceu quase 38%, e para o Terminal Aquaviário de Angra dos Reis, com alta de mais de 25%. Juntos, esses dois terminais puxaram o desempenho do granel líquido, principalmente o petróleo.
Para o secretário Nacional de Portos, Alex Ávila, esse resultado mostra a força logística do Sudeste e a confiança dos investidores no setor portuário brasileiro.
TEC/SONORA: Alex Ávila, secretário Nacional de Portos
“Os portos do Sudeste atingirem a marca de 186 milhões de toneladas no terceiro trimestre mostra a força e a maturidade logística dessa região. Quando nós olhamos os terminais privados crescendo mais de 13%, e operações de petróleo e minério puxando o ritmo, fica claro que a infraestrutura está respondendo à demanda do país e do mercado internacional.”
LOC.: Alex Ávila destacou ainda que o crescimento sustentável do setor reforça a importância de integrar portos públicos e terminais privados.
TEC/SONORA: Alex Ávila, secretário nacional de Portos
“Estamos falando de eficiência, capacidade instalada e de um setor que continua crescendo de forma sustentável. Esse resultado reforça a importância de seguirmos integrando os portos públicos e terminais privados, ampliando a competitividade, gerando empregos e colocando o Brasil em uma posição cada vez mais relevante no comércio global.”
LOC.: Segundo o Ministério de Portos e Aeroportos, o desempenho do Sudeste consolida a região como o principal polo portuário do Brasil e reforça o papel do país no comércio internacional.
Reportagem, Paula Coutinho