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LOC: Uma obra esperada há 40 anos no Norte de Minas Gerais vai transformar a vida de 147 mil pessoas em 19 municípios mineiros. Nesta quarta-feira, 10 de julho, o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e o diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba, a Codevasf, Marcelo Moreira, assinaram o contrato de concessão do Projeto Hidroagrícola Jequitaí, em Montes Claros, em Minas Gerais, ao Consórcio Jequitaí.
As empresas foram vencedoras do leilão realizado em 1º de março, com uma única proposta válida de 35 milhões de reais. O projeto foi qualificado no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República e foi objeto de estudos para concessão, visando avançar na melhoria da gestão, operação e sustentabilidade.
O leilão permite o uso de uma área de cerca de 24 mil hectares, dos quais 10 mil são irrigáveis, e prevê a geração de cerca de 11 bilhões de reais em receitas para a empresa concessionária em 35 anos de contrato. A previsão de início das obras é em janeiro de 2025 e terá duração de três anos.
O ministro Waldez Góes afirmou que a obra é um dos maiores sonhos do povo mineiro, especialmente do Norte de Minas.
Sonora Waldez Góes
“Logo que eu assumi o ministério a convite do presidente Lula, ele me recomendou cuidar com muito carinho e brevidade desse projeto. Nós conseguimos, ao longo desse um ano e três meses levar o projeto a leilão na B3 e a concessão foi garantida. Hoje estamos aqui em Montes Claros para assinar o contrato de 1 bilhão e meio de reais. Isso tem tudo a ver com o que o presidente Lula tem defendido sempre de forma muito forte, dentro do Brasil e fora do Brasil: primeiro desenvolvimento regional local, garantir segurança hídrica, diminuir emissões, produzir alimentos, diminuir desigualdades, gerar emprego e renda."
LOC: O projeto trará, ainda, promoção do desenvolvimento do Vale do São Francisco, por meio da perenização do rio Jequitaí, incluindo a geração de 84 mil empregos e a regularização da vazão do Rio São Francisco em 35 litros por segundo.
Dos 10 mil hectares irrigáveis, mil serão destinados a pequenos agricultores locais, em lotes de 5 e 6 hectares. Além disso, há diversas outras atividades econômicas, como turismo, lazer e piscicultura.
Para saber mais ações do Governo Federal em Desenvolvimento Regional, acesse mdr.gov.br
Reportagem, Petronilo Oliveira