Cadastro de mídia

TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

Regras de Uso

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site da Agência do Rádio - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 Mais não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Foto: EFE/ Michael Reynolds

Trump não descarta planos para acabar com crise na Venezuela

O presidente dos Estados Unidos falou sobre a possibilidade de enviar 5 mil militares para o país sul-americano


Mais uma vez o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou em aberto o quão longe os Estados Unidos pretendem chegar, caso Nicolás Maduro não deixe o poder de forma espontânea.

O aceno do republicano vem diante de uma progressiva pressão popular, por meio de manifestações, e da movimentação internacional contra o governo do chavista.  

Durante encontro nesta quarta-feira (13) com o presidente da Colômbia, Iván Duque, na Casa Branca, Trump voltou a dizer que “todas as opções estão sobre a mesa” quando o assunto é a crise na Venezuela.

Trump foi questionado por jornalistas se pretendia enviar cinco mil soldados à Colômbia. A possibilidade não foi descartada pelo presidente.

O número específico de 5 mil soldados foi levantado na pergunta porque foi visto no caderno de anotações do assessor para Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, durante pronunciamento à imprensa no início do ano.

O presidente americano também revelou que sempre há mais de um plano para ser executado, caso Maduro não deixe o poder.

Na reunião com Trump, o líder do Executivo colombiano tem descartado a possibilidade de uma ação militar.  Duque chegou a destacar o papel do “cerco diplomático cada vez mais efetivo”.

Importante aliado de Nicolás Maduro, o governo de Cuba afirmou que tropas dos Estados Unidos avançam pelo Caribe para preparar uma "agressão" e "aventura militar" disfarçada de "intervenção humanitária" contra a Venezuela.

O ministério das Relações Exteriores cubano disse que há movimentações de forças especiais americanas em direção a aeroportos de Porto Rico, República Dominicana e de outros pontos da região, sem o conhecimento dos governos locais.

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Mais uma vez o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou em aberto o quão longe os Estados Unidos pretendem chegar, caso Nicolás Maduro não deixe o poder de forma espontânea.

O aceno do republicano vem diante de uma progressiva pressão popular, por meio de manifestações, e da movimentação internacional contra o governo do chavista.  

Durante encontro nesta quarta-feira (13) com o presidente da Colômbia, Iván Duque, na Casa Branca, Trump voltou a dizer que “todas as opções estão sobre a mesa” quando o assunto é a crise na Venezuela.

Trump foi questionado por jornalistas se pretendia enviar cinco mil soldados à Colômbia, e a possibilidade não foi descartada pelo presidente.

O número específico de 5 mil soldados foi levantado na pergunta porque foi visto no caderno de anotações do assessor para Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, durante pronunciamento à imprensa no início do ano.

O presidente americano também revelou que sempre há mais de um plano para ser executado, caso Maduro não deixar o poder.

Na reunião com Trump, o líder do Executivo colombiano tem descartado a possibilidade de uma ação militar. Duque chegou a destacar o papel do “cerco diplomático cada vez mais efetivo”.

Importante aliado de Nicolás Maduro, o governo de Cuba afirmou que tropas dos Estados Unidos avançam pelo Caribe para preparar uma "agressão" e "aventura militar" disfarçada de "intervenção humanitária" contra a Venezuela.

O ministério das Relações Exteriores cubano disse que há movimentações de forças especiais americanas em direção a aeroportos de Porto Rico, República Dominicana e de outros pontos da região, sem o conhecimento dos governos desses locais.

Reportagem, Juliana Gonçalves