MINUTO DA SAÚDE: Conheça as formas de bloqueio da febre amarela

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TEC/ VINHETA MINUTO DA SAÚDE

LOC.: O Surto de febre amarela de Minas Gerais que chegou às fronteiras com o Espírito Santo, Rio de Janeiro e Bahia, trouxeram de volta preocupações para a Saúde Pública vividas décadas atrás. O ciclo do vírus que circula atualmente é o silvestre, e tem origem nas matas. O vírus é transmitido por mosquitos que vivem em áreas de florestas e picam macacos e seres humanos próximos a essas áreas. Os cuidados agora são para que a doença não chegue aos grandes centros urbanos, onde o mosquito que transmite Dengue, Zika e Chikungunya também poderia transmitir a febre amarela. Para isso, ações de bloqueio são realizadas nas áreas infectadas, com vigilância de macacos que aparecem mortos, diagnóstico rápido da doença e campanhas de vacinação, como explica Lívia Carício, Pesquisadora em Saúde Pública do Instituto Evandro Chagas no Pará, importante centro de pesquisas de micro-organismos e patologias, como a febre amarela:

TEC./SONORA: Lívia Carício, pesquisadora em Saúde Pública do Instituto Evandro Chagas-PA.


“A gente tem que ficar atento para que esse ciclo urbano não se restabeleça e isso vem sendo feito. Então, de forma geral, quando se tem a suspeita da ocorrência da doença ou epizootias, que é a ocorrência de morte de animais infectados ou de casos suspeitos, o Ministério da Saúde preconiza a vacinação quase que total das pessoas próximas àquela área para que a gente não tenha a dispersão do vírus. Apesar da gente estar vendo aí os casos, a gente vê que as ações já estão sendo tomadas, os diagnósticos finais já foram fechados de uma forma muito rápida, o Ministério já está concedendo a liberação da vacinação. O que a gente tem que fazer é informar a população porque também não vai adiantar criar um pânico geral, não é?”


LOC.: A vacina contra a febre amarela é recomendável para pessoas que vivem em regiões próximas de matas ou para as pessoas que vão viajar para regiões onde o vírus circula. Ela é gratuita e faz parte do Calendário Nacional de Vacinação, mas é preciso observar as contraindicações. Mais informações estão no site do Ministério da Saúde: www.saude.gov.br.


TEC/ VINHETA MINUTO DA SAÚDE

 

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