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LOC.: As prefeituras brasileiras recebem mais de R$ 4,7 bilhões, na sexta-feira (29). O valor é referente à terceira parcela de agosto do Fundo de Participação dos Municípios, o FPM. O valor representa avaço de 18% em relação ao mesmo período do ano passado.
O assessor de orçamento Cesar Lima aponta que a última parcela de agosto foi muito baixa, ocupando o posto da terceira menor de 2025, e que este último repasse de agosto propicia um fôlego para as prefeituras. Apesar do cenário, ele avalia que o ano segue com valores satisfatórios destinados às prefeituras.
TEC/SONORA: Cesar Lima, assessor de orçamento
“Nesse, agora, nós temos um resultado positivo, 18% melhor do que o mesmo período no ano passado, então isso é muito bom. Temos motivos para acreditar que o descêndio passado foi realmente um ponto fora da curva e que teremos esse ano um ano muito bom em termos de FPM. Então, temos uma situação de empregabilidade muito boa, o que reflete diretamente no imposto de renda, que é o principal componente do FPM.”
LOC.: O FPM é integrado por parte da arrecadação do Imposto de Renda e do IPI, repassada pela União. O fundo é uma das principais fontes de receita das prefeituras, especialmente das cidades de pequeno e médio porte. Os valores garantem recursos para saúde, educação, infraestrutura e pagamento de pessoal.
Entre os estados, São Paulo e Minas Gerais concentram os maiores volumes de repasse – sendo R$ 589,4 milhões e R$ 586,2 milhões, respectivamente. Os recursos devem ser divididos entre municípios como Araçatuba, Bauru e Carapicuíba (SP), além de Barbacena, Divinópolis e Governador Valadares (MG).
Em contrapartida, o Amapá, que possui apenas 16 municípios, recebeu 0,12% do total distribuído: R$ 5,7 milhões. Santana ficou com a maior parcela do estado, R$ 1,1 milhão, seguida por Laranjal do Jari, que recebeu R$ 709 mil neste decêndio.
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Reportagem, Bianca Mingote