COMEÇAR DE NOVO: Reeducandos do sistema penitenciário recebem qualificação profissional no Pará

REPÓRTER: Manuela Bemerguy, de 27 anos, está em prisão domiciliar há 10 meses. A reeducanda é uma das integrantes do programa Começar de Novo, do Conselho Nacional de Justiça, o CNJ, e executado pelo Tribunal de Justiça do Pará. Oportunizar a reinserção no mercado de trabalho por meio meio da qualificação é um dos objetivos do Começar de Novo. Manuela é uma das participantes do treinamento de higienização e digitalização de documentos. O curso é voltado aos reeducandos do sistema penitenciário do Estado. Manuela afirma que se sente agradecida pela oportunidade de capacitação profissional.

Salvar imagem

REPÓRTER: Manuela Bemerguy, de 27 anos, está em prisão domiciliar há 10 meses. A reeducanda é uma das integrantes do programa Começar de Novo, do Conselho Nacional de Justiça, o CNJ, e executado pelo Tribunal de Justiça do Pará. Oportunizar a reinserção no mercado de trabalho por meio meio da qualificação é um dos objetivos do Começar de Novo. Manuela é uma das participantes do treinamento de higienização e digitalização de documentos. O curso é voltado aos reeducandos do sistema penitenciário do Estado. Manuela afirma que se sente agradecida pela oportunidade de capacitação profissional.
 
SONORA: Reeducanda Manuela Bemerguy
“Eu acho muito bom, porque é uma forma que a gente tem para aprender mais outras experiências. Ter uma oportunidade que eles estão dando para egressos do sistema penal. A gente trabalhando com a higienização de documentos e a digitalização também é muito bom está nesse treinamento.”
 
REPÓRTER: O curso  é oferecido pela Divisão de Documentação e Arquivo do Tribunal de Justiça do Pará com a duração de uma semana. Entre os instrutores do curso, estão Silvio Pinheiro e Fabrício Silva, reeducandos que já desenvolvem atividades no Arquivo Geral do Judiciário paraense. A chefe da Divisão de Documentação e Arquivo, Leiliane Rabelo, explica que o objetivo do treinamento é formar um cadastro de reserva e qualificar os reeducandos para atuação profissional no mercado de trabalho.
 
SONORA: Chefe da Divisão de Documentação e Arquivo, Leiliane Rabelo
“Esse projeto trabalha com a inserção de presos no mercado de trabalho. A gente percebe que como eles veem com muita garra, muita vontade atender, a gente tem essa certeza de que eles vão sair daqui com pelo menos, uma perspectiva melhor para o mercado de trabalho. Aqui eles são muito bem acolhidos.
   
REPÓRTER: Os serviços de higienização e digitalização de documentos são executados por internos do sistema penal dos regimes semiaberto e prisão domiciliar desde outubro de 2014, quando foi fechada uma parceria com a 1ª Vara de Execuções Penais, que coordena o programa Começar de Novo no Pará. Atualmente, os dois serviços do Arquivo Geral contam com 11 reeducandos.   
 
Reportagem, Marcela Coelho 

 

 

Continue Lendo



Receba nossos conteúdos em primeira mão.