TEC./SONORA: Carlos Sampaio, dono de restaurante.
“Aqui, em Poté, a cidade toda se vacinou. Inclusive o município, as roças. O pessoal aqui pegou pesado. Eu tomei uma quando eu morava no Pará, há 35 anos atrás. E agora tomei outra há um mês atrás. Porque a morte não tem vez para chegar, não é? E a febre amarela mata. Então é isso. Tem que correr para os postos de saúde o mais rápido possível.”
TEC./SONORA: Rodrigo Said, subsecretário de Vigilância e Proteção à Saúde da secretaria de estado de Saúde de Minas Gerais.
“O paciente que apresentar febre com o que a gente chama de icterícia ou amarelão – que é mais comum a gente chamar - ou sangramento, associados à dor muscular, a uma dor abdominal, a dores de cabeça... Qualquer pessoa, no caso de aparecimento desse quadro, deve procurar a unidade de saúde mais próxima da sua residência para procurar o atendimento médico necessário. A febre amarela é uma doença grave que não deve ser tratada nem medicada no domicílio. A pessoa precisa de orientação médica.”