Entre as ocorrências da Chikungunya, está o caso do guia de turismo da Paraíba, Luis Alfonso Dias, que sentiu os primeiros sintomas da febre em maio do ano passado. Luis acredita que pegou o vírus em um comércio de João Pessoa, localizado no bairro do Bessa. O guia alertou o dono do estabelecimento sobre a suspeita.
TEC/SONORA: Luis Alfonso Dias, guia de turismo.
“Presumo que tenha contraído a Chikungunya em um estabelecimento comercial de um amigo e conversei que ele deveria ter cuidado e chamar uma equipe do Ministério da Saúde ou qualquer órgão responsável para fazer uma análise. Havia a presença de muitos insetos e locais com acúmulos de água. Ele deu uma reformada nesses locais onde tinha água parada e acúmulo de planta”
LOC: O chefe do Núcleo de fatores biológicos, Luiz Almeida, alerta que a população deve continuar colaborando para diminuir o número de criadouros de mosquito no estado.
TEC/SONORA: Luiz Almeida, chefe do Núcleo de Fatores Biológicos da Paraíba.
“É preciso vistoriar os quintais e jardins. Quem tem caixa d'água deve verificar se a caixa está devidamente coberta. Se tem cisterna, mais comum na região do Sertão e no Cariri, se estão bem tampadas. Assim também como os pequenos reservatórios, procure destinar de forma adequada os lixos e descartáveis e evitar de estar jogando em terrenos baldios”.
LOC: Segundo a Secretaria de Saúde da Paraíba, dos 223 municípios, 222 entregaram os registros de infectados. E 88 deles apresentaram índices que demonstram situação de risco para ocorrência de surto, outros 95 estão em situação de alerta, 39 municípios encontram-se em situação satisfatória e doze apresentaram índice zero.
Para saber mais sobre as doenças e formas de combater o mosquito, acesse o site: saude.gov.br/combateaedes.