Saúde·13 de julho de 2020

UPA de Barão de Cocais-MG vai receber R$ 1,2 milhão para garantir funcionamento 24h

Repasse do Ministério da Saúde tem o objetivo de garantir que a unidade funcione todos os dias da semana, 24 horas por dia

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
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A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Luis Alberto Pinto, no município de Barão de Cocais, vai receber R$ 1,2 milhão do Ministério da Saúde. O repasse vai servir para a manutenção mensal da unidade, conhecida como UPA 24h Nova. 

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O valor é dividido em parcelas mensais e visam garantir o funcionamento do estabelecimento por 24 horas em todos os dias da semana. O custeio ajuda a manter a equipe de assistência multiprofissional, investir na humanização e acolhimento ao paciente, insumos, equipamentos de proteção individual (EPI’s) e manutenção preventiva das unidades, por exemplo. 

As UPAs atendem os pacientes de urgência e emergência e são responsáveis pelo primeiro socorro nos casos de natureza cirúrgica e de trauma. A depender do diagnóstico, encaminham o paciente aos serviços hospitalares de maior complexidade especializados, o que ajuda, na teoria, a reduzir a superlotação em hospitais gerais e prontos socorros.

 A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Luis Alberto Pinto, no município de Barão de Cocais, vai receber R$ 1,2 milhão do Ministério da Saúde. O repasse vai servir para a manutenção mensal da unidade, conhecida como UPA 24h Nova. 

O valor é dividido em parcelas mensais e visam garantir o funcionamento do estabelecimento por 24 horas em todos os dias da semana. O custeio ajuda a manter a equipe de assistência multiprofissional, investir na humanização e acolhimento ao paciente, insumos, equipamentos de proteção individual (EPI’s) e manutenção preventiva das unidades, por exemplo. 

As UPAs atendem os pacientes de urgência e emergência e são responsáveis pelo primeiro socorro nos casos de natureza cirúrgica e de trauma. A depender do diagnóstico, encaminham o paciente aos serviços hospitalares de maior complexidade especializados, o que ajuda, na teoria, a reduzir a superlotação em hospitais gerais e prontos socorros. 

Reportagem, Felipe Moura. 

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Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.