Economia - Auxílio emergencial·15 de outubro de 2020

Estudo constata que auxílio emergencial reduziu pobreza em 23,7%

Segundo a FGV, região Norte foi a mais impactada, com recuo da pobreza em 30,4%

Por Paulo OliveiraPaulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.
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Estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) concluiu que o auxílio emergencial contribuiu para que a pobreza no país fosse reduzida em 23,7%. Segundo a pesquisa, por conta do benefício, 15 milhões de brasileiros saíram da linha de pobreza, o que significa que eles tiveram renda domiciliar per capita maior a R$ 522,50, meio salário mínimo. 

De acordo com a FGV, o Nordeste foi a região do país mais impactada, onde a pobreza caiu 30,4%; seguida pelo Norte (27,5%); Centro-Oeste (21,7%), Sudeste (14,2); e Sul (13,9%). O estudo comparou informações até agosto deste ano com todo o ano de 2019. 

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O governo federal afirma que o auxílio emergencial foi pago a 67,7 milhões de brasileiros e os investimentos com a concessão do benefício chegou a R$ 221,5 bilhões. 

LOC.: Estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) concluiu que o auxílio emergencial contribuiu para que a pobreza no país fosse reduzida em 23,7%. Segundo a pesquisa, por conta do benefício, 15 milhões de brasileiros saíram da linha de pobreza, o que significa que eles tiveram renda domiciliar per capita maior a R$ 522,50, meio salário mínimo. 

De acordo com a FGV, o Nordeste foi a região do país mais impactada, onde a pobreza caiu 30,4%; seguida pelo Norte (27,5%); Centro-Oeste (21,7%), Sudeste (14,2); e Sul (13,9%). O estudo comparou informações até agosto deste ano com todo o ano de 2019. 

O governo federal afirma que o auxílio emergencial foi pago a 67,7 milhões de brasileiros e os investimentos com a concessão do benefício chegou a R$ 221,5 bilhões. 

Reportagem, Paulo Oliveira

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Sobre a repórter

Paulo Oliveira

Paulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.