Saúde - Vacina·03 de fevereiro de 2021

Covid-19: vacina russa Sputnik V tem 91,6% de eficácia

Resultado da última fase de ensaios clínicos foi publicado na revista médica The Lancet

Por Paloma CustódioPaloma Custódio é jornalista, radialista e graduada em Relações Internacionais. Atuou como produtora e repórter na Rede Boa Vontade de Comunicação (LBV), integrou a equipe de comunicação da ONU Brasil, foi roteirista do Grupo Bandeirantes e repórter do Agro Estadão.
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A vacina desenvolvida pela Rússia contra a Covid-19 apresentou eficácia de 91,6% contra as formas sintomáticas da doença. Isso significa que a cada 100 pessoas imunizadas, aproximadamente 91 não apresentam sintomas. O resultado, publicado na revista médica The Lancet, foi validado por cientistas independentes e refere-se à última fase de ensaios clínicos, que envolveu cerca de 20 mil voluntários. 

Segundo os pesquisadores, a Sputnik V, como é chamada, é uma vacina extra que pode ser acrescentada à luta contra o novo coronavírus. A Agência Europeia de Medicamento vem sendo pressionada para avaliar rapidamente a eficácia do imunizante, que já é utilizado na Rússia, na Argentina e na Argélia. 

A revista The Lancet explica, no entanto, que ainda são necessárias mais pesquisas para determinar a eficácia da Sputnik V, em casos assintomáticos e na transmissão. 

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A vacina russa utiliza a mesma técnica do imunizante da AstraZeneca (Oxford), que adapta outros vírus para combater a Covid-19, sendo inofensivos ao organismo humano.

A vacina desenvolvida pela Rússia contra a Covid-19 apresentou eficácia de 91,6% contra as formas sintomáticas da doença. Isso significa que a cada 100 pessoas imunizadas, aproximadamente 91 não apresentam sintomas. O resultado, publicado na revista médica The Lancet, foi validado por especialistas independentes e refere-se à última fase de ensaios clínicos, que envolveu cerca de 20 mil voluntários. 

Segundo os pesquisadores, a Sputnik V, como é chamada, é uma vacina extra que pode ser acrescentada à luta contra o novo coronavírus. A Agência Europeia de Medicamento vem sendo pressionada para avaliar rapidamente a eficácia do imunizante, que já é utilizado na Rússia, na Argentina e na Argélia. 

A revista The Lancet explica, no entanto, que ainda são necessárias mais pesquisas para determinar a eficácia da Sputnik V, em casos assintomáticos e na transmissão. 

A vacina russa utiliza a mesma técnica do imunizante da AstraZeneca (Oxford), que adapta outros vírus para combater a Covid-19, sendo inofensivos ao organismo humano.

Reportagem, Paloma Custódio

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Sobre a repórter

Paloma Custódio

Paloma Custódio é jornalista, radialista e graduada em Relações Internacionais. Atuou como produtora e repórter na Rede Boa Vontade de Comunicação (LBV), integrou a equipe de comunicação da ONU Brasil, foi roteirista do Grupo Bandeirantes e repórter do Agro Estadão.