Agronegócios·22 de julho de 2020

Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil defende combate à venda casada no agro

Em seminário com ministros da Justiça e da Agricultura, o presidente da entidade, João Martins, destacou a prática ilegal

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
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O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuário do Brasil (CNA), João Martins, defendeu nesta segunda-feira (20) um esforço do governo junto a entidades do agro e bancos para combater a venda casada no agronegócio. O pedido foi feito em um seminário online, que contou com a participação dos ministros André Mendonça, da Justiça, e Tereza Cristina, da Agricultura. 

A venda casada é uma prática ilegal, em que a liberação do crédito rural vem acompanhada da contratação de outros serviços ou produtos bancários, como títulos de capitalização e seguros não relacionados à produção. Há cerca de um ano, os ministérios e a CNA assinaram um acordo para combater este tipo de crime. 

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No seminário, a ministra Tereza Cristina anunciou uma plataforma do Mapa para que o produtor possa denunciar esse tipo de prática. A ferramenta já está disponível para acesso no site do Ministério da Agricultura. Em estudo da confederação, o título de capitalização (53%) e o consórcio (25%) foram os principais serviços que produtores tiveram que adquirir para conseguir financiamento dentro da venda casada.

 O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuário do Brasil (CNA), João Martins, defendeu nesta segunda-feira (20) um esforço do governo junto a entidades do agro e bancos para combater a venda casada no agronegócio. O pedido foi feito em um seminário online, que contou com a participação dos ministros André Mendonça, da Justiça, e Tereza Cristina, da Agricultura. 

A venda casada é uma prática ilegal, em que a liberação do crédito rural vem acompanhada da contratação de outros serviços ou produtos bancários, como títulos de capitalização e seguros não relacionados à produção. Há cerca de um ano, os ministérios e a CNA assinaram um acordo para combater este tipo de crime. 

No seminário, a ministra Tereza Cristina anunciou uma plataforma do Mapa para que o produtor possa denunciar esse tipo de prática. A ferramenta já está disponível para acesso no site do Ministério da Agricultura. Em estudo da confederação, o título de capitalização (53%) e o consórcio (25%) foram os principais serviços que produtores tiveram que adquirir para conseguir financiamento dentro da venda casada. 

Reportagem, Felipe Moura. 

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Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.