Agronegócios·23 de julho de 2020

Santa Catarina: Entrada de rebanhos de outros estados segue proibida

Instrução normativa do Ministério da Saúde mudou as diretrizes para controle da doença, mas estado manteve a proibição

Por Daniel MarquesJornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.
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Apesar da liberação pelo Ministério da Agricultura, a Secretaria de Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural de Santa Catarina decidiu manter proibida a entrada de bovinos de outros estados como forma de combate à transmissão da febre aftosa.

O estado é o único do país reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação. Há 20 anos sem aplicar a imunização nos rebanhos, o prevenção da doença é feita a partir do rígido controle de entrada de animais. No estado, só é permitido ingresso de animais vindos de outras zonas livres de febre aftosa sem vacinação.

Covid-19 avança sobre estados da Região Sul

A doença é temida por produtores rurais por abater rebanhos, causando grande diminuição da produção de leite e carne. Após a detecção, os animais costumam ser sacrificados, para evitar a proliferação. A possibilidade de transmissão da doença faz com que países mantenham uma política rígida de não aceitar a importação de produtos com origem em áreas onde casos da doença foram registrados.

 Apesar da liberação pelo Ministério da Agricultura, a Secretaria de Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural de Santa Catarina decidiu manter proibida a entrada de bovinos de outros estados como forma de combate à transmissão da febre aftosa.

O estado é o único do país reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação. Há 20 anos sem aplicar a imunização nos rebanhos, o prevenção da doença é feita a partir do rígido controle de entrada de animais. No estado, só é permitido ingresso de animais vindos de outras zonas livres de febre aftosa sem vacinação.

A doença é temida por produtores rurais por abater rebanhos, causando grande diminuição da produção de leite e carne. Após a detecção, os animais costumam ser sacrificados, para evitar a proliferação. A possibilidade de transmissão da doença faz com que países mantenham uma política rígida de não aceitar a importação de produtos com origem em áreas onde casos da doença foram registrados.

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Sobre a repórter

Daniel Marques

Jornalista brasiliense formado pela Universidade de Brasília (UnB), com passagens em redações da capital. Trabalhou como repórter no Correio Braziliense e Rádio CBN, além de agências de comunicação. Atualmente, integra a redação do Brasil 61 com pautas de saúde e política.