Saúde - Covid-19·02 de setembro de 2020

RJ: Letalidade por Covid-19 na capital carioca está acima da média mundial

O nível chegou a 10,7 %. Ou seja, em média, a cada nove pacientes infectados na cidade, um vai morrer. A título de comparação, a taxa de letalidade do Brasil é de 3,7%. Já a mundial é de 3,3%

Por Lucas RodriguesGraduado em Jornalismo pela Universidade Católica de Brasilia, estagiou na Empresa Brasil de Comunicação (EBC). É produtor multimídia experiente na área de áudio visual, e em transmissões ao vivo. Entrou na equipe do Brasil 61 compondo a equipe de Follow de mídia, passando pela reportagem e agora faz parte da equipe de Audio Designer`s.
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No último dia 26 de agosto, pouco mais de cinco meses após o registro do primeiro caso de Covid-19, o município do Rio de Janeiro era responsável por uma das maiores taxas de letalidade pela doença, não só do Brasil, mas do mundo. O nível chegou a 10,7 %. Ou seja, em média, a cada nove pacientes infectados na cidade, um vai morrer. A título de comparação, a taxa de letalidade do Brasil é de 3,7%. Já a mundial é de 3,3%. 

A taxa de letalidade está relacionada à proporção de pacientes que morrem vítima da Covid-19, em relação ao total de infectados. Trata-se de um instrumento relevante para o monitoramento e estudo de epidemias. O vice-diretor do Instituto de Comunicação e Informação em Saúde (Icict/Fiocruz), Christovam Barcellos, “essa taxa carioca está muito acima de um valor aceitável. Ela pode ser fruto da soma dos dois fatores: a subnotificação, junto com a precarização do atendimento à saúde na esfera pública.

Dados do sistema MonitoraCovid-19 revelam que o Rio de Janeiro é a capital do país com a maior taxa de letalidade. Após 150 dias de epidemia nas demais capitais e no Distrito Federal, é possível notar que o Rio de Janeiro estava com 11,6%, enquanto nos outros lugares a taxa era de aproximadamente 4%. Em todo o mundo, teve uma tendência de queda da taxa de letalidade ao longo da pandemia, tanto pelo aumento da capacidade de testagem, quanto pelo aperfeiçoamento de métodos de tratamento dos doentes graves.

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No Estado do Rio de Janeiro, a taxa alta de 7,8% é puxada não apenas pelo município do Rio, mas também por outras cidades fluminenses importantes com letalidade bem alta e até maior do que a da capital. São João de Meriti, por exemplo, atingiu 13,7%. Já Mesquita chegou a 13,6%. Nilópolis, por sua vez, registou uma taxa de 13,5%, enquanto em Petrópolis foi de 11,5%. 

No último dia 26 de agosto, pouco mais de cinco meses após o registro do primeiro caso de Covid-19, o município do Rio de Janeiro era responsável por uma das maiores taxas de letalidade pela doença, não só do Brasil, mas do mundo. O nível chegou a 10,7 %. Ou seja, em média, a cada nove pacientes infectados na cidade, um vai morrer. A título de comparação, a taxa de letalidade do Brasil é de 3,7%. Já a mundial é de 3,3%. 

A taxa de letalidade está relacionada à proporção de pacientes que morrem vítima da Covid-19, em relação ao total de infectados. Trata-se de um instrumento relevante para o monitoramento e estudo de epidemias. O vice-diretor do Instituto de Comunicação e Informação em Saúde (Icict/Fiocruz), Christovam Barcellos, “essa taxa carioca está muito acima de um valor aceitável. Ela pode ser fruto da soma dos dois fatores: a subnotificação, junto com a precarização do atendimento à saúde na esfera pública.

Dados do sistema MonitoraCovid-19 revelam que o Rio de Janeiro é a capital do país com a maior taxa de letalidade. Após 150 dias de epidemia nas demais capitais e no Distrito Federal, é possível notar que o Rio de Janeiro estava com 11,6%, enquanto nos outros lugares a taxa era de aproximadamente 4%. Em todo o mundo, teve uma tendência de queda da taxa de letalidade ao longo da pandemia, tanto pelo aumento da capacidade de testagem, quanto pelo aperfeiçoamento de métodos de tratamento dos doentes graves.

No Estado do Rio de Janeiro, a taxa alta de 7,8% é puxada não apenas pelo município do Rio, mas também por outras cidades fluminenses importantes com letalidade bem alta e até maior do que a da capital. São João de Meriti, por exemplo, atingiu 13,7%. Já Mesquita chegou a 13,6%. Nilópolis, por sua vez, registou uma taxa de 13,5%, enquanto em Petrópolis foi de 11,5%. 

Reportagem, Marquezan Araújo
 

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Sobre a repórter

Lucas Rodrigues

Graduado em Jornalismo pela Universidade Católica de Brasilia, estagiou na Empresa Brasil de Comunicação (EBC). É produtor multimídia experiente na área de áudio visual, e em transmissões ao vivo. Entrou na equipe do Brasil 61 compondo a equipe de Follow de mídia, passando pela reportagem e agora faz parte da equipe de Audio Designer`s.