Política - Congresso Nacional·19 de outubro de 2020

Maia quer aprovar PEC Emergencial antes do Orçamento de 2021

Para ele deve ser prioridade do Congresso votar ainda este ano a proposta para reequilibrar as finanças do Estado

Por Rafaela GonçalvesJornalista formada pela Universidade Católica de Brasília (UCB), com experiência em política e economia. Recentemente trabalhou no Correio Braziliense e fez cobertura política dos poderes Executivo e Legislativo nacionais.
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O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que a PEC Emergencial precisa ser aprovada antes do Orçamento de 2021. Para ele deve ser prioridade do Congresso votar ainda este ano a proposta para reequilibrar as finanças do Estado.

Com o calendário apertado por causa das eleições municipais e da necessidade de cumprir os prazos regimentais, Maia prevê que as votações devem ocorrer entre o Natal e o Ano Novo, ou então será necessário prosseguir com uma autoconvocação do Congresso em janeiro.

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Segundo Rodrigo Maia, se o Congresso abrir mão do recesso de janeiro, a sucessão da presidência da Câmara e do Senado não deve ser prejudicada. No entanto, ele alertou que a eleição para a Mesa deve ser misturada com os debates da agenda legislativa.

Apoiando o prosseguimento da agenda econômica, Maia definiu como impossível a aprovação do Orçamento sem PEC Emergencial. Segundo ele, seria um risco para o governo, pois fora do teto de gastos as outras questões não podem ser resolvidas.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que a PEC Emergencial precisa ser aprovada antes do Orçamento de 2021. Para ele deve ser prioridade do Congresso votar ainda este ano a proposta para reequilibrar as finanças do Estado.
 
Com o calendário apertado por causa das eleições municipais e da necessidade de cumprir os prazos regimentais, Maia prevê que as votações devem ocorrer entre o Natal e o Ano Novo, ou então será necessário prosseguir com uma autoconvocação do Congresso em janeiro.
 
Segundo Rodrigo Maia, se o Congresso abrir mão do recesso de janeiro, a sucessão da presidência da Câmara e do Senado não deve ser prejudicada. No entanto, ele alertou que a eleição para a Mesa deve ser misturada com os debates da agenda legislativa.
 
Apoiando o prosseguimento da agenda econômica, Maia definiu como impossível a aprovação do Orçamento sem PEC Emergencial. Segundo ele, seria um risco para o governo, pois fora do teto de gastos as outras questões não podem ser resolvidas.

Reportagem, Rafaela Gonçalves.
 

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Sobre a repórter

Rafaela Gonçalves

Jornalista formada pela Universidade Católica de Brasília (UCB), com experiência em política e economia. Recentemente trabalhou no Correio Braziliense e fez cobertura política dos poderes Executivo e Legislativo nacionais.