Saúde - Pandemia·11 de fevereiro de 2021

Gestores municipais cancelam as festas de carnaval

Estimativa é de que com a medida representa menos R$ 8 bilhões injetados na economia e redução de 75% no faturamento do turismo local

Por Janary Bastos DamacenaCom formação em jornalismo e pós-graduação em linguística, Janary Damacena se especializou em Narratologia e no Storytelling para reportar notícias. Com participação em redações de jornais impressos, revistas, rádios, televisão e assessorias de imprensa; alguns de seus trabalhos mais marcantes foram realizados em lugares como a Agência do Rádio Brasileiro, Rádio Nacional, Jornal de Brasília, Agência Rádio Web, Jornal Tribuna do Brasil, TV Educativa, Presidência da República, Ministério da Saúde, Revista Plano Brasília, Agência Gralha Comunicação e Vídeo e Organização das Nações Unidas (ONU).
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Agora em 2021, diversos gestores municipais cancelaram o carnaval por causa da falta de proteção aos cidadãos, em virtude da pandemia da Covid-19. O evento é a festa mais tradicional do país e envolve diversos setores produtivos dos Municípios, como hotelaria, gastronomia e comércio de bebidas, papelaria e acessórios. Apesar disso, para conter o avanço da transmissão do vírus, as prefeituras estão optando por não promover as festas.

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São milhares de pessoas que, todos os anos, se envolvem direta ou indiretamente com a produção de fantasias e de alimentos, com a venda de bebidas e lembranças, além do acolhimento de hóspedes em hotéis e pousadas. O cancelamento das festas vai impactar na vida de aproximadamente 25 mil profissionais, uma vez que essa é a média de empregos temporários gerados.

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), estima que a não realização dos eventos representa menos R$ 8 bilhões injetados na economia e o encolhimento do turismo receptivo, nacional e internacional. A Associação Brasileira das Operadoras de Turismo indica redução de 75% no faturamento, só nos últimos meses.

 

Agora em 2021, diversos gestores municipais cancelaram o carnaval por causa da falta de proteção aos cidadãos, em virtude da pandemia da Covid-19. O evento é a festa mais tradicional do país e envolve diversos setores produtivos dos Municípios, como hotelaria, gastronomia e comércio de bebidas, papelaria e acessórios. Apesar disso, para conter o avanço da transmissão do vírus, as prefeituras estão optando por não promover as festas.

São milhares de pessoas que, todos os anos, se envolvem direta ou indiretamente com a produção de fantasias e de alimentos, com a venda de bebidas e lembranças, além do acolhimento de hóspedes em hotéis e pousadas. O cancelamento das festas vai impactar na vida de aproximadamente 25 mil profissionais, uma vez que essa é a média de empregos temporários gerados.

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), estima que a não realização dos eventos representa menos R$ 8 bilhões injetados na economia e o encolhimento do turismo receptivo, nacional e internacional. A Associação Brasileira das Operadoras de Turismo indica redução de 75% no faturamento, só nos últimos meses.

 

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Sobre a repórter

Janary Bastos Damacena

Com formação em jornalismo e pós-graduação em linguística, Janary Damacena se especializou em Narratologia e no Storytelling para reportar notícias. Com participação em redações de jornais impressos, revistas, rádios, televisão e assessorias de imprensa; alguns de seus trabalhos mais marcantes foram realizados em lugares como a Agência do Rádio Brasileiro, Rádio Nacional, Jornal de Brasília, Agência Rádio Web, Jornal Tribuna do Brasil, TV Educativa, Presidência da República, Ministério da Saúde, Revista Plano Brasília, Agência Gralha Comunicação e Vídeo e Organização das Nações Unidas (ONU).