Saúde - Campanha de Vacinação·11 de fevereiro de 2022

Covid-19: moradores de Rio Preto da Eva (AM) e região precisam se vacinar

Menos da metade dos moradores de Rio Preto da Eva e Presidente Figueiredo (AM) estão vacinados contra a Covid. As duas doses e o reforço evitam casos graves e hospitalizações pela doença

Por Angélica CórdovaJornalista, produtora de conteúdo para diferentes linguagens (texto, imagem e áudio, para web e impressos). Com 17 anos de experiência no mercado de comunicação, já atuou como repórter, editora e gestora de comunicação em agências de comunicação e veículos midiáticos. Tem mestrado em Comunicação na área de Jornalismo, suas narrativas e linguagens. Estudou a representação das mulheres do campo em veículos urbanos. Atua como professora universitária nos cursos de Jornalismo e Publicidade desde 2006. Já passou por diferentes faculdades e, atualmente, leciona no Uniceub e no IDP. Além disso, é repórter na Agência 61 de Rádio e tem uma agência de comunicação Olaria7, em que faz produção de conteúdo para contas de instituições ligadas ao setor produtivo, organizações do terceiro setor entre outras.
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Moradores de Rio Preto da Eva e Presidente Figueiredo precisam completar o esquema vacinal contra a Covid-19. Por aqui, o índice de vacinados com duas doses não chega a 45%. Em Rio Preto da Eva, apenas 33% dos moradores tomaram as duas doses da vacina. E quase metade da população não tomou sequer a primeira. A população deve procurar qualquer uma das unidades de saúde para receber o imunizante. 

A maioria dos casos graves e hospitalizações ocorre entre pessoas não vacinadas ou com esquema vacinal incompleto. Frente ao avanço da variante Omicron do coronavírus, o ministro da saúde Marcelo Queiroga, diz que a vacinação é um meio de amenizar casos graves sem a necessidade de hospitalizações. “O Brasil tem ainda alguns estados em que a vacinação não chegou aos níveis desejados.”

Em Presidente Figueiredo, a taxa de vacinação está um pouco maior, quase 45% dos moradores estão com o ciclo vacinal completo. Mas o número ainda está abaixo da meta do Ministério da Saúde. Para assegurar maior proteção contra a circulação de vírus, é necessário se atingir patamares superiores a 70% da população imunizada.

“Hoje, nós já sabemos que a Covid não é bem assim. As coberturas vacinais, elas tem que estar acima de 90% quiçá 95%”, alerta a médica Rosana Leite de Melo, secretária extraordinária do enfrentamento à Covid do Ministério da Saúde. 

O Ministério da saúde tem enviado lotes de imunizantes para todos os estados. Há doses suficientes para todos. Atualmente, pessoas acima de 18 anos podem tomar doses dos imunizantes da Pfizer, CoronaVac, AstraZeneca e Jansen (que é dose única). A segunda dose tem intervalos diferentes entre os fabricantes. É importante verificar o seu cartão de vacina e não atrasar a dose. 

Quem tomou a segunda dose há mais de quatro meses, deve procurar os postos para a aplicação da dose de reforço. A estratégia ajuda a manter os anticorpos em níveis suficientes para combater a Covid-19.

MANAUS (AM): Moradores precisam completar esquema vacinal contra Covid-19

Crianças e Jovens 

Atualmente crianças entre 5 e 11 anos já podem tomar a primeira dose da vacina. Para elas, é administrada uma dosagem diferenciada da Pfizer. Quem tem entre 6 e 11 anos também pode tomar a CoronaVac. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que até o dia 15 de fevereiro haverá doses suficientes para toda a população infantil do Brasil.  

Adolescentes entre 12 e 17 anos recebem o imunizante da Pfizer. É importante ficar atento à data marcada no cartão de vacinação para não perder a data da segunda dose. 

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Na maior parte dos municípios brasileiros, crianças acima de 5 anos já podem ser vacinadas. Complete seu esquema vacinal e fique protegido! Vá até a unidade de saúde mais próxima e tome a 2° dose ou a dose de reforço. Mantenha uma distância segura, lave as mãos com água e sabão e mantenha os ambientes ventilados.

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Sobre a repórter

Angélica Córdova

Jornalista, produtora de conteúdo para diferentes linguagens (texto, imagem e áudio, para web e impressos). Com 17 anos de experiência no mercado de comunicação, já atuou como repórter, editora e gestora de comunicação em agências de comunicação e veículos midiáticos. Tem mestrado em Comunicação na área de Jornalismo, suas narrativas e linguagens. Estudou a representação das mulheres do campo em veículos urbanos. Atua como professora universitária nos cursos de Jornalismo e Publicidade desde 2006. Já passou por diferentes faculdades e, atualmente, leciona no Uniceub e no IDP. Além disso, é repórter na Agência 61 de Rádio e tem uma agência de comunicação Olaria7, em que faz produção de conteúdo para contas de instituições ligadas ao setor produtivo, organizações do terceiro setor entre outras.