Política·12 de setembro de 2020

Assessores técnicos no Congresso Nacional questionam R$ 1,2 bilhão a menos para emendas de bancada

Eles acreditam que o governo está otimista em relação à retomada da economia

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
Áudio · 00:01:23
Ouvir áudio · 00:01:23Copiar texto

As assessorias técnicas dos parlamentares começaram a fazer os primeiros alertas sobre o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2021. De acordo com os assessores do Congresso Nacional, a proposta do governo traz R$ 1,2 bilhão a menos destinado para as emendas de bancada na comparação com o que o Orçamento Impositivo prevê.  

A proposta encaminhada ao Congresso Nacional prevê duas reservas para emendas, divididas pela autoria: se parlamentar ou bancada de cada um dos 26 estados e do Distrito Federal. As individuais somam R$ 9,7 bilhões. Já as bancadas teriam R$ 6,7 bilhões, aumento de 12,6% sobre os R$ 5,9 bilhões deste ano. 

Governo envia proposta orçamentária de 2021 ao Congresso e cogita salário mínimo de R$ 1.067

Governo propõe aumento de cerca R$ 1,7 bi no orçamento do Ministério da Educação para 2021

Proposta de orçamento para Saúde em 2021 é de R$124,6 bilhões

A dúvida dos técnicos está relacionada aos recursos destinados a emendas de bancada. Esse valor depende do resultado final da Receita Corrente Líquida (RCL) do ano anterior. De acordo com Orçamento Impositivo, 1% da RCL é reservado para esse tipo de emenda. A Secretaria do Tesouro Nacional projeta R$ 792,9 bilhões para a RCL deste ano. Sendo assim, isso daria R$ 7,9 bilhões para as emendas de bancada, cerca de R$ 1,2 bilhão a menos do que o que consta na PLOA. 

Na visão de alguns assessores técnicos, a visão do governo sobre a retomada da economia está otimista. 

 As assessorias técnicas dos parlamentares começaram a fazer os primeiros alertas sobre o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2021. De acordo com os assessores do Congresso Nacional, a proposta do governo traz R$ 1,2 bilhão a menos destinado para as emendas de bancada na comparação com o que o Orçamento Impositivo prevê.  

A proposta encaminhada ao Congresso Nacional prevê duas reservas para emendas, divididas pela autoria: se parlamentar ou bancada de cada um dos 26 estados e do Distrito Federal. As individuais somam R$ 9,7 bilhões. Já as bancadas teriam R$ 6,7 bilhões, aumento de 12,6% sobre os R$ 5,9 bilhões deste ano. 

A dúvida dos técnicos está relacionada aos recursos destinados a emendas de bancada. Esse valor depende do resultado final da Receita Corrente Líquida (RCL) do ano anterior. De acordo com Orçamento Impositivo, 1% da RCL é reservado para esse tipo de emenda. A Secretaria do Tesouro Nacional projeta R$ 792,9 bilhões para a RCL deste ano. Sendo assim, isso daria R$ 7,9 bilhões para as emendas de bancada, cerca de R$ 1,2 bilhão a menos do que o que consta na PLOA. 

Na visão de alguns assessores técnicos, a visão do governo sobre a retomada da economia está otimista. 

Reportagem, Felipe Moura. 

Últimas notícias

Indústria

Indústria tem pior índice de satisfação com lucro desde a pandemia

Eleições 2026

Celina Leão lidera disputa pelo governo do DF com 59,3% dos votos válidos

Brasil Gestor

Tarifaço: São João da Barra (RJ) lidera perdas municipais nas exportações aos EUA; veja ranking

Eleições 2026

Agregador de pesquisas indica chance de 79% de vitória de Flávio Bolsonaro

Empresas

Inadimplência de empresas bate recorde e chega a 9,3 milhões de CNPJs; Sudeste concentra a maior parte

Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.