Brasil·18 de fevereiro de 2021

AC: Rio Branco decreta situação de emergência devido enchente do Rio Acre

A informação é de que a água atingiu pelo menos 2,9 mil residências de 24 bairros da cidade

Por Luciano MarquesJornalista há 20 anos, com experiência em diversas mídias, passando por rádio e a TV, mas, mais especificamente, nos principais jornais impressos da capital, Correio Braziliense e Jornal de Brasília. Além disso, exerceu a profissão em importantes órgãos, como Ministério da Educação, Procuradoria Geral da República, Ministério da Saúde, Banco Central e Ministério do Meio Ambiente. Em todos eles, desempenhou as funções de redação, edição, revisão de textos, fotojornalismo, assessoria, entre outros.
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Pelo menos 13,7 mil pessoas já sofrem com a cheia do Rio Acre, em Rio Branco. Até o momento, cerca de 200 moradores da capital tiveram que ser levadas para abrigos provisórios. Esta é a segunda vez no mês que o rio transborda. A informação é de que a enchente atingiu pelo menos 2,9 mil residências de 24 bairros da cidade.

Na noite da última terça-feira (16), o prefeito Tião Bocalom decretou situação de emergência. A medida permite ao Poder Público ter mais agilidade na aquisição de produtos e serviços essenciais ao atendimento às famílias afetadas. Com isso, a prefeitura pode contratar serviços temporários e efetuar compras consideradas necessárias sem precisar de licitação.

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Além disso, o reconhecimento da situação possibilita aos gestores municipais solicitar recursos emergenciais aos governos estaduais e federal para ações de assistência e de restabelecimento e manutenção de serviços essenciais.

Pelo menos 13,7 mil pessoas já sofrem com a cheia do Rio Acre, em Rio Branco. Até o momento, cerca de 200 moradores da capital tiveram que ser levadas para abrigos provisórios. Esta é a segunda vez no mês que o rio transborda. A informação é de que a enchente atingiu pelo menos 2,9 mil residências de 24 bairros da cidade.

Na noite da última terça-feira (16), o prefeito Tião Bocalom decretou situação de emergência. A medida permite ao Poder Público ter mais agilidade na aquisição de produtos e serviços essenciais ao atendimento às famílias afetadas. Com isso, a prefeitura pode contratar serviços temporários e efetuar compras consideradas necessárias sem precisar de licitação.

Além disso, o reconhecimento da situação possibilita aos gestores municipais solicitar recursos emergenciais aos governos estaduais e federal para ações de assistência e de restabelecimento e manutenção de serviços essenciais.

Reportagem, Marquezan Araújo

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Sobre a repórter

Luciano Marques

Jornalista há 20 anos, com experiência em diversas mídias, passando por rádio e a TV, mas, mais especificamente, nos principais jornais impressos da capital, Correio Braziliense e Jornal de Brasília. Além disso, exerceu a profissão em importantes órgãos, como Ministério da Educação, Procuradoria Geral da República, Ministério da Saúde, Banco Central e Ministério do Meio Ambiente. Em todos eles, desempenhou as funções de redação, edição, revisão de textos, fotojornalismo, assessoria, entre outros.