Educação·29 de janeiro de 2021

5,5 milhões de estudantes estavam sem atividades ou fora da escola em outubro, divulga Unicef

Segundo o estudo, pandemia da Covid-19 agravou as desigualdades que afetam estudantes vulneráveis

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
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Chegou a 5,5 milhões o número de crianças e adolescentes que estavam sem atividades escolares ou fora da escola em outubro do ano passado, no Brasil. É o que aponta uma pesquisa do Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e do Instituto Claro, divulgada nesta quinta-feira (29), no Rio de Janeiro. 

Segundo o estudo, a pandemia da Covid-19 agravou as desigualdades que afetam estudantes vulneráveis e se refletem na reprovação, distorção idade-série e abandono escolar. Entre os mais afetados, de acordo com o levantamento, estão os meninos, negros, indígenas, estudantes com deficiência e moradores de áreas rurais ou das regiões Norte e Nordeste do País. 

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Os dados extraídos da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam que 1,38 milhão de alunos de 6 a 17 anos não participaram de aulas presenciais ou remotas em outubro do ano passado. Além disso, daqueles que declararam ter frequentado as aulas, mesmo que remotamente, 4,12 milhões disseram que não tiveram acesso às atividades escolares, totalizando 5,5 milhões de estudantes. 

 Chegou a 5,5 milhões o número de crianças e adolescentes que estavam sem atividades escolares ou fora da escola em outubro do ano passado, no Brasil. É o que aponta uma pesquisa do Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e do Instituto Claro, divulgada nesta quinta-feira (29), no Rio de Janeiro. 

Segundo o estudo, a pandemia da Covid-19 agravou as desigualdades que afetam estudantes vulneráveis e se refletem na reprovação, distorção idade-série e abandono escolar. Entre os mais afetados, de acordo com o levantamento, estão os meninos, negros, indígenas, estudantes com deficiência e moradores de áreas rurais ou das regiões Norte e Nordeste do País. 

Os dados extraídos da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam que 1,38 milhão de alunos de 6 a 17 anos não participaram de aulas presenciais ou remotas em outubro do ano passado. Além disso, daqueles que declararam ter frequentado as aulas, mesmo que remotamente, 4,12 milhões disseram que não tiveram acesso às atividades escolares, totalizando 5,5 milhões de estudantes. 

Reportagem, Felipe Moura.

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Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.