Economia·02 de agosto de 2020

TCU autoriza renovação de contratos das Estradas de Ferro Vitória a Minas e Carajás

O investimento previsto de R$ 21 bilhões, sendo R$ 8,5 bilhões na EFVM e R$ 9,8 bilhões na EFC

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A renovação antecipada dos contratos de concessão da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) e da Estrada de Ferro Carajás (EFC) foi antecipada pelo Tribunal de Contas da União. Ambas são administradas pela Vale S/A. Os novos contratos são considerados mais modernos e se alinham aos interesses públicos. O investimento previsto é de R$ 21 bilhões, sendo R$ 8,5 bilhões na EFVM e R$ 9,8 bilhões na EFC. 

Ao todo, R$ 2,73 bilhões serão destinados à construção da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (FICO) entre Mara Rosa (GO) e Água Boa (MT). O trecho vai ser responsável pelo escoamento da produção de grãos do Vale do Araguaia até a Ferrovia Norte-Sul, criando acesso aos principais portos do país.

Ministério da Infraestrutura tem planejamento robusto de concessões para o segundo semestre

Estudos para concessão da Ferrogrão são protocolados junto ao TCU

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, afirma que “o investimento cruzado, utilizando outorgas de concessões ferroviárias, é uma das principais estratégias do governo federal para dobrar a participação desse modo na matriz de transportes nacional.”

De acordo com o Ministério da Infraestrutura, o aditivo ao contrato também prevê a construção de um trecho ferroviário entre Cariacica e Anchieta, no Espírito Santo. Essa parte viabilizaria a operação no porto de Ubu. 

A renovação antecipada dos contratos de concessão da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) e da Estrada de Ferro Carajás (EFC) foi antecipada pelo Tribunal de Contas da União. Ambas são administradas pela Vale S/A. Os novos contratos são considerados mais modernos e se alinham aos interesses públicos. O investimento previsto é de R$ 21 bilhões, sendo R$ 8,5 bilhões na EFVM e R$ 9,8 bilhões na EFC. 

Ao todo, R$ 2,73 bilhões serão destinados à construção da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (FICO) entre Mara Rosa (GO) e Água Boa (MT). O trecho vai ser responsável pelo escoamento da produção de grãos do Vale do Araguaia até a Ferrovia Norte-Sul, criando acesso aos principais portos do país.

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, afirma que “o investimento cruzado, utilizando outorgas de concessões ferroviárias, é uma das principais estratégias do governo federal para dobrar a participação desse modo na matriz de transportes nacional.”

De acordo com o Ministério da Infraestrutura, o aditivo ao contrato também prevê a construção de um trecho ferroviário entre Cariacica e Anchieta, no Espírito Santo. Essa parte viabilizaria a operação no porto de Ubu. 

Reportagem, Marquezan Araújo
 

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