Economia·18 de fevereiro de 2021

Taxa básica de juros deve terminar 2021 em 3,75%, aponta BC

Dados do boletim Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central, apontam que, na última semana, o indicador chegou a 3,50%

Por Luciano MarquesJornalista há 20 anos, com experiência em diversas mídias, passando por rádio e a TV, mas, mais especificamente, nos principais jornais impressos da capital, Correio Braziliense e Jornal de Brasília. Além disso, exerceu a profissão em importantes órgãos, como Ministério da Educação, Procuradoria Geral da República, Ministério da Saúde, Banco Central e Ministério do Meio Ambiente. Em todos eles, desempenhou as funções de redação, edição, revisão de textos, fotojornalismo, assessoria, entre outros.
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A taxa básica de juros, a Selic, deve subir e terminar o ano de 2021 em 3,75%, de acordo com estimativas do mercado financeiro. Dados do boletim Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central, apontam que, na última semana, o indicador chegou a 3,50%.

Para o fim de 2022, a projeção aponta que a taxa básica deve ficar em 5%. Já para o fim de 2023 e 2024, a estimativa é de que fique em 6% ao ano. A Selic, é o principal instrumento utilizado pelo BC para alcançar a meta de inflação.

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, o que acarreta reflexos nos preços, já que os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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Em relação à inflação, a previsão das instituições financeiras para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 3,60% para 3,62%, em 2021. Sobre o PIB, o relatório revela que o crescimento da economia caiu de 3,47% para 3,43% este ano.

A taxa básica de juros, a Selic, deve subir e terminar o ano de 2021 em 3,75%, de acordo com estimativas do mercado financeiro. Dados do boletim Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central, apontam que, na última semana, o indicador chegou a 3,50%.

Para o fim de 2022, a projeção aponta que a taxa básica deve ficar em 5%. Já para o fim de 2023 e 2024, a estimativa é de que fique em 6% ao ano. A Selic, é o principal instrumento utilizado pelo BC para alcançar a meta de inflação.

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, o que acarreta reflexos nos preços, já que os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Em relação à inflação, a previsão das instituições financeiras para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 3,60% para 3,62%, em 2021. Sobre o PIB, o relatório revela que o crescimento da economia caiu de 3,47% para 3,43% este ano.

Reportagem, Marquezan Araújo

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Sobre a repórter

Luciano Marques

Jornalista há 20 anos, com experiência em diversas mídias, passando por rádio e a TV, mas, mais especificamente, nos principais jornais impressos da capital, Correio Braziliense e Jornal de Brasília. Além disso, exerceu a profissão em importantes órgãos, como Ministério da Educação, Procuradoria Geral da República, Ministério da Saúde, Banco Central e Ministério do Meio Ambiente. Em todos eles, desempenhou as funções de redação, edição, revisão de textos, fotojornalismo, assessoria, entre outros.