Saúde·27 de julho de 2019

TABACO: Brasil vira referência mundial no combate ao tabagismo

O Brasil é segundo país do mundo a alcançar o mais alto nível das medidas de controle do tabaco. Isso significa ter conseguido implantar as melhores estratégias recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Por Janary Bastos DamacenaCom formação em jornalismo e pós-graduação em linguística, Janary Damacena se especializou em Narratologia e no Storytelling para reportar notícias. Com participação em redações de jornais impressos, revistas, rádios, televisão e assessorias de imprensa; alguns de seus trabalhos mais marcantes foram realizados em lugares como a Agência do Rádio Brasileiro, Rádio Nacional, Jornal de Brasília, Agência Rádio Web, Jornal Tribuna do Brasil, TV Educativa, Presidência da República, Ministério da Saúde, Revista Plano Brasília, Agência Gralha Comunicação e Vídeo e Organização das Nações Unidas (ONU).
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O Brasil é segundo país do mundo a alcançar o mais alto nível das medidas de controle do tabaco. Isso significa ter conseguido implantar as melhores estratégias recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O Brasil e a Turquia são as duas únicas nações do mundo com sucesso nas ações governamentais dessa área. O anuncio foi realizado nessa sexta-feira (26), no Rio de Janeiro, durante o lançamento do Relatório da OMS sobre a Epidemia Mundial do Tabaco. Com o resultado, o Brasil se destaca como referência internacional no combate ao tabagismo, dentre os 171 países que aderiram às medidas globais da OMS. De acordo com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante o encontro com o presidente da Organização Mundial da Saúde, em Genebra, na Suíça, foi pedido para que o Governo brasileiro apresentasse a experiência de sucesso. 

“Para mostrar o case Brasil para o mundo, para ver se os outros países se despertam e vem para dentro dessa agenda. Que outros países façam os seis passos, para que a humanidade se livre de uma coisa que no passado já foi glamorosa. Se vocês lembrarem, fumava-se dentro de avião, dentro do cinema. Uma coisa que vocês olham e falam como é possível? Aqui no Brasil é inadmissível uma pessoa dentro de um restaurante acender um cigarro, vai chocar todo o restaurante”.

O perfil de quem fuma no Brasil tem mudado com o passar dos anos. Segundo a pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), em 2018, 9% dos brasileiros afirmaram ter o hábito de fumar, sendo que em 2006, ano da primeira edição da pesquisa, esse percentual era de 15%. Nos últimos 13 anos, a população entrevistada reduziu em 40% o consumo do tabaco, o que reforça a tendência nacional de queda constante desse hábito nocivo para a saúde.

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O perfil de quem fuma no Brasil tem mudado com o passar dos anos. Segundo a pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), em 2018, 9% dos brasileiros afirmaram ter o hábito de fumar, sendo que em 2006, ano da primeira edição da pesquisa, esse percentual era de 15%. Nos últimos 13 anos, a população entrevistada reduziu em 40% o consumo do tabaco, o que reforça a tendência nacional de queda constante desse hábito nocivo para a saúde.

Reportagem, Janary Damasceno
 

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Sobre a repórter

Janary Bastos Damacena

Com formação em jornalismo e pós-graduação em linguística, Janary Damacena se especializou em Narratologia e no Storytelling para reportar notícias. Com participação em redações de jornais impressos, revistas, rádios, televisão e assessorias de imprensa; alguns de seus trabalhos mais marcantes foram realizados em lugares como a Agência do Rádio Brasileiro, Rádio Nacional, Jornal de Brasília, Agência Rádio Web, Jornal Tribuna do Brasil, TV Educativa, Presidência da República, Ministério da Saúde, Revista Plano Brasília, Agência Gralha Comunicação e Vídeo e Organização das Nações Unidas (ONU).