Brasil·27 de julho de 2019

Suspensão de operações da Avianca impulsiona queda na oferta de voos no país

Na comparação de junho deste ano com o mesmo mês de 2018, redução foi de 9,2%

Por Paulo HenriqueFormado em Jornalismo e com Pós-Graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, possui experiência em redações e assessorias, atuou como estagiário na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no Portal R7 e na ASCOM da Câmara dos Deputados. Depois de formado, foi Assessor de Comunicação do Instituto de Migrações e Direitos Humanos e atualmente é repórter na Agência do Rádio.
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A oferta de voos domésticos no país caiu 9,2% em junho, em relação ao mesmo mês do ano passado. O dado foi divulgado nesta semana pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas. O principal fator que explica a queda é o fim das operações da Avianca Brasil, empresa que está em recuperação judicial desde dezembro do ano passado e foi proibida, em abril, de operar o voos.

A procura por voos caiu 2,67% na mesma comparação. Como a queda foi menor que a da oferta de assentos, os aviões passaram a voar mais cheios. Em compensação, o índice de ocupação das aéreas foi de 81,76%, recorde histórico para o mês de junho.

A Avianca teve suas operações suspensas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) por questões de segurança. Antes da crise, a empresa respondia por 14% do mercado brasileiro. Isso fez com que a Gol tivesse alta de 8,76% no número de passageiros, enquanto a Latam teve alta de 7,12%, em junho.

A oferta de voos domésticos caiu 1,43% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. No entanto, o número de passageiros transportados passou de 45 milhões, alta de 1,54%. O número representa 691 mil viajantes a mais quando se compara aos seis primeiros meses de 2018.

A oferta de voos domésticos no país caiu 9,2% em junho, em relação ao mesmo mês do ano passado. O dado foi divulgado nesta semana pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas. O principal fator que explica a queda é o fim das operações da Avianca Brasil, empresa que está em recuperação judicial desde dezembro do ano passado e foi proibida, em abril, de operar o voos.

A procura por voos caiu 2,67% na mesma comparação. Como a queda foi menor que a da oferta de assentos, os aviões passaram a voar mais cheios. Em compensação, o índice de ocupação das aéreas foi de 81,76%, recorde histórico para o mês de junho.

A Avianca teve suas operações suspensas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) por questões de segurança. Antes da crise, a empresa respondia por 14% do mercado brasileiro. Isso fez com que a Gol tivesse alta de 8,76% no número de passageiros, enquanto a Latam teve alta de 7,12%, em junho.

A oferta de voos domésticos caiu 1,43% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. No entanto, o número de passageiros transportados passou de 45 milhões, alta de 1,54%. O número representa 691 mil viajantes a mais quando se compara aos seis primeiros meses de 2018.

Reportagem, Paulo Henrique Gomes 

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Sobre a repórter

Paulo Henrique

Formado em Jornalismo e com Pós-Graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, possui experiência em redações e assessorias, atuou como estagiário na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no Portal R7 e na ASCOM da Câmara dos Deputados. Depois de formado, foi Assessor de Comunicação do Instituto de Migrações e Direitos Humanos e atualmente é repórter na Agência do Rádio.