Política - Justiça·03 de março de 2021

STF muda decreto que reduziu conselho de direitos da criança

Decreto de Bolsonaro havia reduzido número de representantes do governo federal e de entidades sociais no Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), em 2019

Por Alan RiosAlan Rios é jornalista e escritor formado pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Atuou na assessoria de comunicação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e na redação no Correio Braziliense, onde foi repórter na Revista do Correio, na editoria de cidades e de política local, do veículo. É autor do livro "Os porquês da Educação Domiciliar no Brasil" e coautor da obra "Educomunicação - Sua Imagem Está na Tela".
Áudio · 00:00:36
Ouvir áudio · 00:00:36Copiar texto

O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou parte do decreto de Jair Bolsonaro que alterou o processo de votação dos representantes da sociedade no Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda). 

As mudanças do decreto previam o fim da eleição dos representantes da sociedade em assembleia específica, fazendo com que eles fossem escolhidos por meio de um processo conduzido pelo governo. 

A norma presidencial de 2019 argumentava que a mudança tinha como objetivo reduzir gastos de recursos públicos, mas, segundo a maioria dos ministros, ela era inconstitucional e dificultava a participação da sociedade civil. 

O plenário decidiu derrubar parte do decreto por 10 votos a 1, mantendo a redução do número de membros.

O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou parte do decreto de Jair Bolsonaro que alterou o processo de votação dos representantes da sociedade no Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda). 

As mudanças do decreto previam o fim da eleição dos representantes da sociedade em assembleia específica, fazendo com que eles fossem escolhidos por meio de um processo conduzido pelo governo. 

A norma presidencial de 2019 argumentava que a mudança tinha como objetivo reduzir gastos de recursos públicos, mas, segundo a maioria dos ministros, ela era inconstitucional e dificultava a participação da sociedade civil. 

Últimas notícias

Ministério da Cultura

Rouanet nas Favelas 2 recebe 587 propostas e prevê investimento de R$ 10 milhões

SESI

SESI abre matrículas em diversos estados para 2027 com bolsas de até 100%

Empreendedorismo

Empreendedoras do DF defendem mais acesso ao crédito e participação nas políticas públicas

Eleições

RealTime Big Data: Vicentinho Júnior tem 52% dos votos válidos e Dorinha, 48%, no Tocantins

Eleições

Realtime Big Data: Allyson tem 52% dos votos válidos e Cadu de Lula, 48%, no segundo turno no RN

Sobre a repórter

Alan Rios

Alan Rios é jornalista e escritor formado pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Atuou na assessoria de comunicação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e na redação no Correio Braziliense, onde foi repórter na Revista do Correio, na editoria de cidades e de política local, do veículo. É autor do livro "Os porquês da Educação Domiciliar no Brasil" e coautor da obra "Educomunicação - Sua Imagem Está na Tela".