Educação - Educação·04 de março de 2021

SP: Mesmo em fase vermelha, escolas estaduais seguem abertas

O objetivo é atender aos estudantes em situação de vulnerabilidade, que se alimentam na escola ou não possuem acesso à tecnologia, para estudo remoto

Por Paloma CustódioPaloma Custódio é jornalista, radialista e graduada em Relações Internacionais. Atuou como produtora e repórter na Rede Boa Vontade de Comunicação (LBV), integrou a equipe de comunicação da ONU Brasil, foi roteirista do Grupo Bandeirantes e repórter do Agro Estadão.
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O governo de São Paulo confirmou que as escolas estaduais vão continuar com atividades presenciais, mesmo na fase vermelha – a mais restritiva do Plano SP. O objetivo é atender aos estudantes em situação de vulnerabilidade, desde que respeitados os protocolados de segurança sanitária. Além disso, as unidades só poderão receber, no máximo, 35% dos alunos matriculados, diariamente. 

A educação básica adotou o modelo híbrido, com atividades presenciais e remotas, de acordo com a necessidade de cada unidade. A prioridade para o ensino em classe são os alunos que têm necessidade de se alimentar na escola, os que possuem dificuldade de acesso à tecnologia ou não possuem equipamentos necessários para estudar em casa. A frequência presencial não é obrigatória e o ensino remoto será mantido. 

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Segundo o governo estadual, as escolas ficarão abertas para fornecer refeições para todos os estudantes, inclusive aqueles que não puderem participar das aulas presencialmente, por conta do limite máximo de alunos permitido em classe.

Já as escolas da rede municipal e particular possuem autonomia para fazerem o próprio planejamento, respeitando os limites legais e os protocolos sanitários do Plano SP.

O governo de São Paulo confirmou que as escolas estaduais vão continuar com atividades presenciais, mesmo na fase vermelha – a mais restritiva do Plano SP. O objetivo é atender aos estudantes em situação de vulnerabilidade, desde que respeitados os protocolados de segurança sanitária. Além disso, as unidades só poderão receber, no máximo, 35% dos alunos matriculados, diariamente. 

A educação básica adotou o modelo híbrido, com atividades presenciais e remotas, de acordo com a necessidade de cada unidade. A prioridade para o ensino em classe são os alunos que têm necessidade de se alimentar na escola, os que possuem dificuldade de acesso à tecnologia ou não possuem equipamentos necessários para estudar em casa. A frequência presencial não é obrigatória e o ensino remoto será mantido. 

Segundo o governo estadual, as escolas ficarão abertas para fornecer refeições para todos os estudantes, inclusive aqueles que não puderem participar das aulas presencialmente, por conta do limite máximo de alunos permitido em classe.

Reportagem, Paloma Custódio

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Sobre a repórter

Paloma Custódio

Paloma Custódio é jornalista, radialista e graduada em Relações Internacionais. Atuou como produtora e repórter na Rede Boa Vontade de Comunicação (LBV), integrou a equipe de comunicação da ONU Brasil, foi roteirista do Grupo Bandeirantes e repórter do Agro Estadão.