Saúde·08 de maio de 2020

Senado aprova projeto que obriga Anvisa a liberar remédios importados em até 72 horas

Como o texto já havia sido aprovado na Câmara dos Deputados, ele segue agora para sanção presidencial

Por Paulo OliveiraPaulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.
Áudio · 00:01:07
Ouvir áudio · 00:01:07Copiar texto

O Senado aprovou nesta semana o projeto que obriga à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o prazo máximo de 72 horas para autorizar a importação e distribuição de remédios e equipamentos já liberados no exterior no combate ao novo coronavírus. 

Segundo o texto aprovado, o poder de liberação dos medicamentos e insumos importados é transferido do Ministério da Saúde para a Anvisa, desde que esses produtos já tenham sido registrados em órgãos dos Estados Unidos, Europa, Japão ou China. Nesse tipo de situação, a Anvisa tem até 72 horas, após a submissão do pedido, para liberar o produto. 

Além disso, de acordo com a proposta aprovada, médicos que forem prescrever  medicamentos ainda não autorizados no país devem informar ao paciente que o produto ainda não possui autorização ordinária na Anvisa, mas que a prescrição fica autorizada pois o remédio foi registrado por alguma autoridade sanitária estrangeira. 

Como o texto já havia sido aprovado na Câmara dos Deputados, ele segue agora para sanção presidencial. 

LOC.: O Senado aprovou nesta semana o projeto que obriga à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o prazo máximo de 72 horas para autorizar a importação e distribuição de remédios e equipamentos já liberados no exterior no combate ao novo coronavírus. 

Segundo o texto aprovado, o poder de liberação dos medicamentos e insumos importados é transferido do Ministério da Saúde para a Anvisa, desde que esses produtos já tenham sido registrados em órgãos dos Estados Unidos, Europa, Japão ou China. Nesse tipo de situação, a Anvisa tem até 72 horas, após a submissão do pedido, para liberar o produto. 

Além disso, de acordo com a proposta aprovada, médicos que forem prescrever  medicamentos ainda não autorizados no país devem informar ao paciente que o produto ainda não possui autorização ordinária na Anvisa, mas que a prescrição fica autorizada pois o remédio foi registrado por alguma autoridade sanitária estrangeira. 

Como o texto já havia sido aprovado na Câmara dos Deputados, ele segue agora para sanção presidencial. 

Reportagem, Paulo Oliveira 

Últimas notícias

Empresas

Inadimplência de empresas bate recorde e chega a 9,3 milhões de CNPJs; Sudeste concentra a maior parte

Ibovespa

Ibovespa recua 1,15% com queda da Vale e cenário externo negativo

Dólar

Dólar sobe 0,23% e fecha cotado a R$ 5,04

Obras

TCU aponta dez obras rodoviárias prioritárias que precisam de recursos para conclusão até 2027

ApexBrasil

SIAL Paris: empresas brasileiras ampliam busca por mercados externos em meio a tarifas dos Estados Unidos

Sobre a repórter

Paulo Oliveira

Paulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.