Agronegócios - Vacinação·17 de agosto de 2020

Seis estados estão livres da febre aftosa sem vacinação, reconhece Mapa

Condição favorece maior participação no mercado internacional, sobretudo em países mais exigentes, como Japão e Coreia do Sul

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) reconheceu na última sexta-feira (14) seis estados como livres da febre aftosa sem vacinação. Para alcançar o status, Acre, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia e regiões do Amazonas e de Mato Grosso aprimoraram os serviços veterinários oficiais e implantaram um programa estruturado para manter a condição de livre da doença, de acordo com diretrizes do Código Terrestre da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE). 

Segundo a ministra Tereza Cristina, com o reconhecimento nacional, esses estados vão poder ampliar a participação no mercado internacional. O Brasil, segundo ela, já é livre de febre aftosa com vacinação, mas o bloco de unidades da federação que é livre da doença sem vacinação vai poder exportar para mercados mais exigentes, casos do Japão e da Coreia do Sul, por exemplo. 

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Após o reconhecimento interno, espera-se que esses estados alcancem a mesma condição a nível internacional. A expectativa é de que isso ocorra até maio de 2021. Atualmente, somente o estado de Santa Catarina possui a certificação internacional de zona livre de febre aftosa sem vacinação. 

 O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) reconheceu na última sexta-feira (14) seis estados como livres da febre aftosa sem vacinação. Para alcançar o status, Acre, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia e regiões do Amazonas e de Mato Grosso aprimoraram os serviços veterinários oficiais e implantaram um programa estruturado para manter a condição de livre da doença, de acordo com diretrizes do Código Terrestre da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE). 

Segundo a ministra Tereza Cristina, com o reconhecimento nacional, esses estados vão poder ampliar a participação no mercado internacional. O Brasil, segundo ela, já é livre de febre aftosa com vacinação, mas o bloco de unidades da federação que é livre da doença sem vacinação vai poder exportar para mercados mais exigentes, casos do Japão e da Coreia do Sul, por exemplo. 

Após o reconhecimento interno, espera-se que esses estados alcancem a mesma condição a nível internacional. A expectativa é de que isso ocorra até maio de 2021. Atualmente, somente o estado de Santa Catarina possui a certificação internacional de zona livre de febre aftosa sem vacinação. 

Reportagem, Felipe Moura. 

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Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.