Educação·10 de julho de 2019

SC: Mulheres representaram 45% das matrículas no SENAI, em 2018

Segundo representante da Federação das Indústrias de Santa Catarina, educação profissional impulsiona, por exemplo, a atuação feminina no segmento têxtil

Por Sara RodriguesSara iniciou a carreira jornalística como estagiária da Agência do Rádio, em 2014. Foi repórter da UnBTV durante 1 ano e 6 meses e retornou para a redação da ARB como repórter. É responsável pela coluna Diversão em Pauta, e cobre Política Internacional.
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A carreira profissional de Tânia Rodrigues, 31 anos, foi construída dentro da indústria têxtil catarinense, setor que está entre as principais demandas do estado e representa 5% do PIB industrial, de acordo com dados do IBGE.

Moradora de Blumenau, Tânia empreende em um ateliê de moda pet para cães de pequeno, médio e grande porte. A história começou em 2008 quando ela se inscreveu no curso técnico de modelagem no SENAI. Depois disso, cursou design de moda na instituição, e agora investe em uma pós-graduação. Tudo isso, sem sair da “escola” da indústria.

“O SENAI me abriu muitas portas, me ajudou bastante. Em questão de crescimento profissional, quando a gente não tem noção de certas coisas, a gente fica muito nesse ‘mundinho’. O SENAI abre um leque para a vida profissional, e isso foi o que ele me ajudou bastante”, conta a empreendedora.

No ano passado, 45% das matrículas realizadas na instituição foram feitas por mulheres em cursos de educação profissional, graduação e pós. As 36.185 matrículas mostraram que o papel feminino nas profissões do setor industrial tem se expandido.

“A área têxtil tem uma mão de obra intensiva onde encontramos o papel feminino em várias instâncias, desde o chão de fábrica até diretoras e presidentes de empresa”, conta a chefe de gabinete da presidência da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), Maria Teresa Bustamante. Segundo ela, a representatividade feminina também tem se mostrado “significativa” nos ramos de metalmecânica, moveleiro, de cosméticos e nos frigoríficos.

Mercado de trabalho

Ex-professora do curso de auxiliar de enfermagem do SENAC, a deputada federal Carmen Zanotto (CIDADANIA-SC) acredita que a educação profissional é essencial para melhorar o setor produtivo e de serviços, além de ser uma forma eficaz de gerar emprego e renda entre as mulheres. 

“A educação profissional que é fornecida pelo Sistema S qualifica as nossas mulheres quando se trata, por exemplo, de preparar uma manicure, uma cabelereira, preparar para o trabalho”, afirma.

Indústria

Em Santa Catarina, a indústria representa 27% do Produto Interno Bruto (PIB) do estado. Além disso, 34% do emprego formal do estado é gerado pelo setor. Atualmente, são 747.937 trabalhadores, segundo o IBGE.

Para fazer parte ou se qualificar para o mercado de trabalho, é possível escolher entre as 56 unidades do SENAI distribuídas nos municípios catarinenses. Para mais informações, você pode acessar o site sc.senai.br ou ligar no telefone 0800 48 1212.

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Em Santa Catarina, a indústria representa 27% do Produto Interno Bruto (PIB) do estado. Além disso, 34% do emprego formal do estado é gerado pelo setor. Atualmente, são cerca de 748 mil trabalhadores, segundo o IBGE.

Para fazer parte ou se qualificar para o mercado de trabalho, é possível escolher entre as 56 unidades do SENAI distribuídas nos municípios catarinenses. Para mais informações, você pode acessar o site sc.senai.br ou ligar no telefone 0800 48 1212.

Reportagem, Sara Rodrigues

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Sobre a repórter

Sara Rodrigues

Sara iniciou a carreira jornalística como estagiária da Agência do Rádio, em 2014. Foi repórter da UnBTV durante 1 ano e 6 meses e retornou para a redação da ARB como repórter. É responsável pela coluna Diversão em Pauta, e cobre Política Internacional.