Agronegócios·13 de março de 2021

Safra de grãos deve alcançar 263,1 mi de toneladas, projeta IBGE

Puxada pela soja e pelo milho, produção do agro brasileiro pode bater recorde histórico novamente

Por Felipe MouraFormado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.
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A safra de grãos do agronegócio deve atingir 263,1 milhões de toneladas este ano. Ao todo, o País deve colher, na soma de cereais, leguminosas e oleaginosas, 9 milhões de toneladas a mais do que em 2020, o que significa crescimento de 3,5% sobre o resultado do ano passado, que já havia registrado recorde histórico. 

As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (11) pelo IBGE, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A projeção é de que a produção de soja cresça 7,3%, alcançando as 130,4 milhões de toneladas. Em segundo lugar, vem o milho, cuja alta projetada é de 0,3%, chegando a 103,5 milhões de toneladas.  

O crescimento do resultado final, no entanto, virá apesar de quedas esperadas nas produções de arroz, feijão e tomate. No recorte por região, as regiões Sul e Nordeste devem ter aumento na produção, de 14,1% e 0,9%, ao passo que o Centro-Oeste, o Sudeste e o Norte, decréscimo. 

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 A safra de grãos do agronegócio deve atingir 263,1 milhões de toneladas este ano. Ao todo, o País deve colher, na soma de cereais, leguminosas e oleaginosas, 9 milhões de toneladas a mais do que em 2020, o que significa crescimento de 3,5% sobre o resultado do ano passado, que já havia registrado recorde histórico. 
 
As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (11) pelo IBGE, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A projeção é de que a produção de soja cresça 7,3%, alcançando as 130,4 milhões de toneladas. Em segundo lugar, vem o milho, cuja alta projetada é de 0,3%, chegando a 103,5 milhões de toneladas.  
 
O crescimento do resultado final, no entanto, virá apesar de quedas esperadas nas produções de arroz, feijão e tomate. No recorte por região, as regiões Sul e Nordeste devem ter aumento na produção, de 14,1% e 0,9%, ao passo que o Centro-Oeste, o Sudeste e o Norte, decréscimo. 
 
Reportagem, Felipe Moura. 

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Sobre a repórter

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.